Categoria: carpediem

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90 ANOS DO CRISTO REDENTORHoje, dia 12 de outubro de 2021, o Cristo Redentor, um dos principais pontos turísticos do Brasil, completa 90 anos. Para celebrar a data, a Sony Music em parceria com a União Brasileira de Compositores e o Santuário Cristo Redentor (que administra o local), lançaram a música Alma Carioca, Cristo Redentor. A letra, composta por Moacyr Luz, ganhou videoclipe e é interpretada por catorze cantores: Zeca Pagodinho, Maria Rita, Diogo Nogueira, Mart’nália, Fagner, Paula Toller, Xande de Pilares, Fernanda Abreu, Padre Omar, Sandra de Sá, Jorge Aragão, Toni Garrido, Moacyr Luz e Bruno Gouveia.Os primeiros versos da faixa exaltam o Rio de Janeiro e o Cristo Redentor, mencionando a pedra sabão e o mármore utilizados na construção do monumento. “Uma cidade de beleza rara. Braços abertos sobre a Guanabara. Pedra sabão, o coração carrara. Que bate forte numa noite clara”, diz a letra. Construído a 710 metros de altura, no topo do morro do Corcovado, o monumento com 38 metros de altura pode ser visto de praticamente todos os pontos da cidade. O Cristo, aliás, já foi tema de diversas músicas, como o clássico Samba do Avião, de Tom Jobim. Aumente o som e curta!https://youtu.be/E9euzIPPxoE See MoreSee Less
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Parques Naturais do Rio de Janeior See MoreSee Less
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A ESTÁTUA DA LIBERDADE CARIOCA See MoreSee Less
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Hoje morria D. Pedro I, Pedro IV de Portugal.Herdeiro do Rei João VI, de Portugal, Dom Pedro I teve de aprender a lidar com diversos tipos de responsabilidade quando ainda era muito jovem. Aos 9 anos, por exemplo, assistiu seu país ser invadido pelas tropas de Napoleão e, logo em seguida, acompanhou a insana saga da Família Imperial até o Rio de Janeiro.Uma vez na Cidade Maravilhosa, aprendeu a ler e escrever em português, latim e francês. Conseguia, inclusive, compreender o inglês e o alemão. Diplomático e astuto, casou-se com Leopoldina em 1817 e, aos 24 anos, assumiu como Imperador do Brasil.Nos anos seguintes, Pedro I foi protagonista de diversos episódios marcantes na história brasileira, como grito da independência, em 1822. Seu governo, no entanto, acabou quando o imperador abdicou ao trono, em abril de 1831.Daquele dia em diante, a vida de Dom Pedro I foi cheia de altos e baixos. Da sua volta para a Europa até o dia de sua morte, há exatos 187 anos, o final da vida do homem foi repleto de tristeza, momentos de luto e muitas batalhas.O ex-imperador brasileiro morreu em 24 de setembro de 1834, vítima da tuberculose. Conforme pedido, teve seu coração sepultado na Igreja da Lapa, no Porto. O cadáver, por sua vez, foi enterrado em Lisboa. 📸 Domínio Público/Wikimedia Commons#aventurasnahistoria #dompedroI #dompedro #historia #hojenahistoria See MoreSee Less
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DIA DO TEATRO See MoreSee Less
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Salve Jacarepaguá 🎉🎉Hoje Jacarepaguá completa 427 anos. A história da sua fundação começa em 1565, quando Estácio de Sá fundou a cidade do Rio de Janeiro.Mas Jacarepaguá só entrou no mapa da cidade 4 anos depois, quando Salvador Correia de Sá passou a ocupar o cargo de governador geral da cidade. Ele cedeu lotes de terra para dois portugueses, Jerônimo Fernandes e Julião Rangel, mas ainda assim, a região permaneceu abandonada.Em 1594, Gonçalo e Martim, filhos do governador, reivindicaram as sesmarias de Jacarepaguá, alegando que a região estava improdutiva e causava prejuízos ao Rio. Então, em 9 de setembro, o governador cedeu a eles as terras reivindicadas e essa é, oficialmente, a data da fundação de Jacarepaguá.Conheça mais dessa linda e desconhecida história, visitando a nossa exposição mediada O Sertão Carioca – a outra margem do Rio. Todo primeiro sábado do mês das 15h as 20h ou a qualquer momento, para grupos, mediante agendamento prévio. Entrada Gratuita Salve o Sertão Carioca – Viva Jacarepaguá! foto: loreto.org.br See MoreSee Less
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OITI – série ÁRVORES DO RIO Licania tomentosaEsta árvore de sombra bastante generosa compõe a paisagem de muitas praças e avenidas da Cidade.É muito resistente à poluição e foi a coloração de suas folhas verde-claras e escuras que levou o então prefeito Pereira Passos (1906) a escolhe-la para a arborizar as áreas recém reformadas da cidade. De floração quase imperceptível, seus frutos amadurecem entre os meses de janeiro e março e servem de alimentos a pássaros e morcegos.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio @fpjoficial @legislacaoambientalparatodos #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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É hoje ! Rolé Carioca em Jacarepaguá! as 10:00É AMANHÃ, ROLEZEIROS! Como vocês já sabem, todo último domingo do mês tem #RoléNaRede ao vivo às 10h. Dessa vez, o tema é Eu Vou Pra Jacarepaguá! Confirme presença no evento e convide seus amigos, ainda dá tempo: Rolé na Rede: Eu Vou Pra Jacarepaguá See MoreSee Less
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Hoje, há 99, falecia o conde d’Eu, marido da princesa Isabel. Louis Philippe Marie Ferdinand Gaston d’Orléans, nasceu em 28 de abril de 1842 no castelo de Neuilly. Ele era o primeiro filho do duque de Nemours, quarto filho do rei, e de Vitória de Saxe-Coburgo Koháry, cunhada da rainha d. Maria II de Portugal, e recebeu o título de conde d’Eu ao nascer.Quando Gastão tinha 5 anos, o rei Luís Filipe foi destronado pela revolução de 1848, e a família foi obrigada a fugir para a Grã-Bretanha. Aos 13 anos, ele iniciou sua carreira militar com um curso de artilharia na Espanha. Ele chegou a servir no exército espanhol durante a campanha do Marrocos, entre 1859 e 1860, onde chegou a capitão, se destacou e foi condecorado.No início da década de 1860, o imperador d. Pedro II do Brasil estava à procura de maridos para suas duas filhas, d. Isabel e d. Leopoldina. Foi o viúvo de sua irmã d. Maria II, d. Fernando II, quem sugeriu o nome de Gastão e de outro sobrinho, Luís Augusto de Saxe-Coburgo Gotha, como possíveis noivos. Os dois primos desembarcaram no Rio de Janeiro em 2 de setembro de 1864. Inicialmente, Luís estava destinado a Isabel, e Gastão, a Leopoldina, mas os pares acabaram sendo trocados e Isabel e o conde d’Eu se casaram em 15 de outubro do mesmo ano.Durante a sua lua de mel na Europa o Brasil entrou na Guerra do Paraguai, em 1865. Em seu retorno, o conde d’Eu foi nomeado comandante da artilharia, mas teve recusada várias vezes permissão para se juntar ao combate. Foi só em 1869, quando a guerra já estava ganha, que ele foi enviado como comandante em chefe das forças brasileiras e acabou recebendo a culpa pelas atrocidades cometidas contra os paraguaios.O conde d’Eu e a princesa Isabel tiveram quatro filhos, uma menina, Luísa Vitória, que morreu no parto, e três meninos, Pedro, Luís e Antônio. Com o fim da monarquia, em 1889, ele seguiu com a família para o exílio. Só retornaria ao Brasil em 1921, após a retirada do banimento, repatriando os corpos dos seus sogros. Morreu em 1922 quando estava a caminho novamente do Brasil, dessa vez para as comemorações do Centenário da Independência. Está sepultado na Catedral de Petrópolis.#condeu #historia #onthisday See MoreSee Less
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FIGUEIRAS – série ÁRVORES DO RIOFicusSão árvores frondosas originárias da Índia, de raízes vigorosas e crescimento rápido. Os tipos mais conhecidos são a Figueira Elástica, a Religiosa, a Microcarpa e a Benjamina.A Ficus religiosa e a micro-carpa, foram muito utilizadas pelo paisagista francês GLAZIOU (1873), e estão presentes nos parques históricos e ruas antigas da Cidade, como o Passeio Público, o Campo de Santana, Rua Santa Luzia, no Centro e na Quinta da Boa-vista em São Cristóvão.Estas árvores, bem como o conjunto que ornamenta o canal da Av. Visconde de Albuquerque, no Leblon, fazem parte do “Cadastro de Árvores Notáveis do Rio” e encontram-se preservadas por seu valor histórico e paisagístico.Assim como a Amendoeira, seu plantio está proibido desde 2007 pois ela destrue as calçadas.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio Fundação Parques e Jardins @legislacaoambientalparatodos #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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FLAMBOYANT – série ÁRVORES DO RIODelonix regiaFrondosa e resistente, esta espécie africana proporciona sombra farta e fresca. Atinge entre 12 à 15 metros de altura. Embora o período de floração seja longo – de outubro a março – as cores fortes como laranja e vermelho fazem desta arvore uma legítima representante do verão carioca.A espécie precisa de grandes espaços e não é indicada para plantio em área urbana. Assim como as amendoeiras e as figueiras, possui raízes vigorosas que podem danificar calçadas e tubulações. Não é indicada para acompanhamento viário, mas sim para colocação em parques, praças e canteiros centrais.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio @fpjoficial @legislacaoambientalparatodos #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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PAU-FERRO – série ÁRVORES DO RIOCaesalpinia ferreaConsiderada o “ébano” brasileiro pela resistência da madeira, esta “parenta” do Pau-brasil e da Sibipiruna, floresce nos meses de novembro a fevereiro.Entretanto, sua característica mais marcante está no tronco, que apresenta tons e cores variando entre marfim, marrom, cinza e o verde.Em Jacarepaguá, temos a Estrada do Pau Ferro. Essa estrada cortava a antiga Fazenda do Engenho da Serra. No local havia abundância de paus-ferro, daí o seu nome. Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio @fpjoficial @legislacaoambientalparatodos #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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QUARESMEIRA – série ÁRVORES DO RIOTibouchina granulosaEsta árvore nativa adapta-se bem ao meio urbano e por isso é muito utilizada na arborização de ruas. O nome popular vem da associação de ideias entre o período de floração, que coincide com a Quaresma (de fevereiro a abril), e o roxo das flores, cor que simboliza a Semana Santa.Temos estas lindas árvores plantadas na Geremário Dantas na altura da Freguesia, próximo ao Posto Ipiranga.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio @fpjoficial @legislacaoambientalparatodos #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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PATA DE VACA -série ÁRVORES DO RIOBauhinia blackenaNa China, seu país de origem, é conhecida como “árvore-de-orquídeas” pela semelhança das flores. No Brasil foi o formato das folhas, lembrando as patas de uma vaca, que deu nome popular a esta arvore.A espécie, de intensa floração, ornamenta e dá cor a muitas praças e ruas da cidade várias vezes ao ano.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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ALGODOEIRO DA PRAIA – série ÁRVORES DO RIOHibiscus tiliaceusAlém das flores que, ao caírem formam belo tapete amarelo, esta arvore originaria das Ilhas do Pacífico. Possui galhos retorcidos e copas baixas. Um irresistível convite a brincadeira e à imaginação de crianças e adultos de todas as idades. Sua floração é de novembro a janeiro.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves @fpjoficial @legislacaoambientalparatodos See MoreSee Less
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IPÊS – série ÁRVORES DO RIOTabebuia sppSão arvores nativas da Mata Atlântica, de tronco ereto e crescimento rápido, de floração intensa e grande beleza. Os ipês roxo, amarelo e branco são os preferidos para a arborização de ruas e praças devido ao colorido vivo e o belo efeito paisagístico produzido pelas flores. Floração: Ipês Branco e Roxo – agosto a setembro; Ipê amarelo – agosto a novembro; Ipê Rosa – setembro a novembro O.B.S.: É minha árvore favorita!! Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves @fpjoficial @legislacaoambientalparatodos See MoreSee Less
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ABRICÓ-DE-MACACO – série ÁRVORES DO RIOCouropita guianensisTípica da região amazônica, esta árvore pode ultrapassar os 15 metros de altura e foi mais utilizada na ornamentação de parques e praças, à exceção a Rua Visconde de Caravelas, em Botafogo. Produz enormes frutos redondos de até 3 Kg.As flores também bastante grandes, tem pétalas carnudas, mas de cheiro duvidoso. De galhos curtos, flores e frutos brotam juntinho ao caule, ao longo de todo o ano, especialmente de setembro a março.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio @fpjoficial #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves @legislacaoambientalparatodos See MoreSee Less
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MUNGUBA – série ÁRVORES DO RIOPachira aquaticSempre muito verde e oferecendo excelente sombra, esta árvore ocorre na região amazônica, sendo muito aproveitada na arborização das cidades de todo o Brasil. Adapta-se com facilidade, cresce e produz flores grandes, porém discretas, geralmente entre os meses de setembro a novembro.Seus frutos são comestíveis, sendo também conhecida como "Falso-cacau". Muito disputada pela fauna. Pode alcançar até 18 metros de altura.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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GUAPURUVU – série ÁRVORES DO RIOSchilzolobium paraybaEsta espécie ocorre na Mata Atlântica e é muito utilizada no paisagismo urbano.Destaca-se pelo crescimento rápido, tronco ereto e pela floração amarela que ocorre entre os meses de setembro e novembro. A madeira pouco resistente era utilizada pelos índios na confecção de canoas, utensílios e entalhes.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio @fpjoficial #jardimbotanicodorio #atalves @Legislaçãoambientalparatodos See MoreSee Less
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JEQUITIBÁ-AÇÚ – série ÁRVORES DO RIOCariniana ianeiresisEste é o nome em Tupi de uma das árvores mais importantes da Mata Atlântica. Tipicamente carioca, pertence à família dos jequitibás, vive por centenas de anos e sua altura pode ultrapassar os 30 metros. Encontra-se em risco de extinção, motivo pelo qual foi escolhida, em votação popular, para ser a “Árvore-símbolo da Cidade do Rio de Janeiro” (Decreto 29528/08).Ao contrário das listadas até agora, esta é uma espécie rara encontrada apenas em florestas e áreas de proteção ambiental. Para garantir sua sobrevivência , mudas são cultivadas nos hortos da Prefeitura e são plantadas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente nas áreas de reflorestamento e em parques da cidade. Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins Foto: Eu com o Jequitibá do Parque dos Três Picos.#orioplantaeucuido #sourio #amorio #jardimbotanicodorio #atalves @fpjoficial @legislacaoambientalparatodos See MoreSee Less
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SAPUCAIA – série ÁRVORES DO RIOLecythis pisonisTambém conhecida como “Cumbuca”, a sapucaia é hoje um exemplar raro da Mata Atlântica. Típica na faixa litorônea que vai do Estado do Rio de Janeiro ao Ceará, seu fruto é muito apreciado pelos macacos. As folhas assumem tom rosado na primavera, coloração esta que conquistou Dom João VI.Encantando, o Rei mandou plantá-las na alameda que levava à residência real, na Quinta da Boa Vista. Hoje é conhecida como a Alameda das Sapucaias (vide foto).Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio Fundação Parques e Jardins @legislacaoambientalparatodos #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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AMENDOEIRA -série ÁRVORES DO RIO Terminalia catappaEspécie rústica, original da Índia e da Malásia, a amendoeira adapta-se com facilidade às áreas litorâneas e seus frutos servem de alimento aos pássaros e outros animais. Conhecida como “árvore das 7 copas” ou “chapéu-de-sol”, produz ampla e generosa sombra, motivo pelo qual foi muito utilizada na arborização de ruas próximas a praia. No outono, as folhas oferecem um espetáculo à parte, adquirindo diversas tonalidades de amarelo e vermelho. De rápido crescimento e raízes muito vigorosas, pode atingir até 35 metros de altura. Atualmente a espécie não é mais plantada em área urbana por causar danos a fiações aéreas, muros, calçadas e tubulações.O seu plantio, salvo em áreas preservadas, foi proibido a partir de 1994.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio @fpjoficial @lLegislaçãoambientalparatodos #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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PAU-BRASIL – série ÁRVORES DO RIOCaesalpinia echinataÁrvore que emprestou seu nome ao País e foi quase extinta pelos portugueses que dela extraíam corante para tingir tecidos e fabricar tintas de escrever. Embora restrita às áreas remanescentes de Mata Atlântica, a utilização da espécie na arborização urbana vem sendo incentivada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.De crescimento lento e floração restrita aos meses de setembro e outubro, produz sombra farta e já ornamenta ruas e praças de vários bairros.Nós temos algumas plantadas em nosso bairro!Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio @fpjoficial #jardimbotanicodorio #atalves @trinusrio, @atalves, #carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj, #atalves #freguesia See MoreSee Less
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Parabéns a todos os pais! Bom domingo. See MoreSee Less
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PALMEIRA IMPERIAL- série ÁRVORES DO RIO Roystonea oelraceaAs sementes desta palmeira foram dadas de presente pelo oficial português Luis d’Abreu, em 1809 ao rei Dom João VI. Trata-se de uma palmeira nobre e majestosa que logo passou a ornamentar os jardins aristocráticos do Rio de Janeiro.Foi muito utilizada nos jardins de fazendas e residências mais abastadas.Na Rua Paissandu, no Flamengo, aberta por volta de 1864, as palmeiras ornamentavam o caminho entre a residência da Princesa Isabel, hoje Palácio Guanabara, e o mar. Algumas delas ainda estão lá.O conjunto preservado, integra o “Cadastro de Árvores Notáveis do Rio”, assim como os da Praia do Flamengo, Largo do Machado e Largo dos Leões, na Zona Sul; da Rua Quito, na Zona Norte e da Av. Santa Cruz, na zona Oeste.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #fpjoficial #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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ÁRVORES DO RIO – APRESENTAÇÃOAssim como o mar e a montanha, as árvores das ruas fazem parte da paisagem e da vida do carioca. Muitas são verdadeiras testemunhas da história e das inúmeras transformações da cidade e, por este motivo, são protegidas e consideradas pela Prefeitura do Rio como “Árvores Notáveis”.Outras fazem parte da memória afetiva de seus moradores, que tem no frescor de sua sombra e na beleza de suas folhas e flores mais uma vantagem para se viver na Cidade Maravilhosa.Nesta nova coleção de posts “Árvores do Rio” (são 18 posts), vamos falar sobre as espécies mais encontradas nas suas ruas e praças, acompanhadas de algumas informações para que você possa reconhecê-las. Nem todas são genuinamente brasileiras (nativas), mas estão há tanto tempo entre nós, que podemos considerá-las, também, cariocas!Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio @fjpoficial Legislaçãoambientalparatodos #jardimbotanicodorio #atalvesFoto: Pau-brasil See MoreSee Less
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PAINEIRA – série ÁRVORES DO RIOChorisia speciosaEsta árvore tem muitas qualidades ornamentais: tronco imponente e espinhoso quando jovem, folhas de um verde brilhante, flores grandes e rosadas. Dos frutos saem painas parecidas com flocos de algodão.Antigamente esta paina era usada para enchimento de travesseiros. As paineiras são usadas na arborização de praças, parques, pequenos e grandes canteiros e na recuperação de áreas degradadas.No Rio de Janeiro, no coração da Floresta da Tijuca temos a Estrada das Paineiras e o Mirante das Paineiras.Você sabia que na Freguesia na Estrada do Guanumbi nós temos um linda espécie desta árvore? No momento ela está linda! Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Fundação Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #fpjoficial #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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Prezados clientes, assim que o UOL resolver o seu problema de instabilidade avisaremos. @uoloficial See MoreSee Less
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RIO STAR See MoreSee Less
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MUSEU DE ASTRONOMIA🟠 Geologia de MarteTrês estudos publicados na edição desta semana da revista Science trazem a primeira compilação das observações sísmicas de Marte, feitas pela sonda InSight, da NASA.Esses estudos são os primeiros a mapear o interior de um planeta além da Terra.Estudar as camadas internas de um planeta – sua crosta, manto e núcleo – pode trazer informações sobre sua formação e evolução, bem como descobrir qualquer atividade geomagnética e tectônica.Essas regiões interiores profundas podem ser sondadas medindo-se as ondas que viajam pelo planeta após eventos sísmicos, como terremotos ou, neste caso, martemotos, os terremotos de Marte. São esses os mesmos métodos que têm sido fundamentais para o estudo das características internas da Terra.CrostaNo primeiro estudo, Brigitte Endrun e seus colegas usaram os martemotos e o ruído sísmico ambiente para criar imagens da estrutura da crosta marciana abaixo do local de pouso da InSight, encontrando evidências de uma crosta formada por várias camadas, com duas ou três interfaces.Extrapolando esses dados para todo o planeta, os pesquisadores concluíram que a espessura média da crosta de Marte fica entre 24 e 72 quilômetros.MantoNo segundo estudo, Amir Khan usou ondas sísmicas diretas e refletidas na superfície de oito martemotos de baixa frequência para sondar mais fundo e revelar a estrutura do manto de Marte, a uma profundidade de quase 800 km.Os resultados indicam que uma litosfera espessa fica perto de 500 km abaixo da superfície e, como na Terra, provavelmente tem uma camada de baixa velocidade de propagação de ondas abaixo dela. De acordo com a equipe, a camada crustal de Marte é provavelmente altamente enriquecida em elementos radioativos produtores de calor, que aquecem esta região às custas do interior do planeta.Núcleo de MarteAinda mais fundo, Simon Stähler e seus colegas usaram os tênues sinais sísmicos refletidos na fronteira entre o manto e o núcleo de Marte para investigar o núcleo marciano.Eles concluíram que o núcleo de Marte é formado em larga medida por metal líquido. E é um núcleo incrivelmente grande, com um raio de quase 1.830 quilômetros – ou seja, o núcleo tem mais do que a metade do diâmetro de Marte.O núcleo marciano começa aproximadamente na metade do caminho entre a superfície e o centro do planeta. Isso sugere que o manto de Marte consiste em apenas uma camada rochosa, em vez de duas, como na Terra. Os resultados também indicam que o núcleo de ferro-níquel é menos denso do que se pensava e mais rico em elementos mais leves.➡️ Via: inovacaotecnologica.com.br➡️ Fonte: Revista Science /1️⃣ Upper mantle structure of Mars from InSight seismic data2️⃣ Thickness and structure of the martian crust from InSight seismic data3️⃣ Seismic detection of the martian core See MoreSee Less
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Sítio Burle Marx é reconhecido como Patrimônio Mundial da Unesco!Legado do paisagista brasileiro tem 407 mil metros quadrados e fica em Barra de Guaratiba, na Zona Oeste. O Sítio abriga uma coleção com mais de 3.500 espécies de plantas tropicais e subtropicais. Fizemos este roteiro em abril de 2019. Vamos retornar a estes espaços abertos.#burlemarx #sitioburlemarx #IPHAN #srbm #sitiorobertoburlemarx #RJ #riodejaneiro #barradeguaratiba #guaratiba #guaratibarj #cultura #patrimonio #biodiversidade #paisagismo #arte #historia #meioambiente #natureza #sustentabilidade See MoreSee Less
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5 months ago

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Ontem foi um dia muito especial com direito a tour privado! Fiz o reconhecimento do novo BioParque do Rio e comemoramos os 79 anos do meu pai. (Na ordem contrária é claro, mas este post é do meu trabalho, rs) Boa dica para passeio em espaço aberto e com uso de máscara e álcool em gel. Quem precisar de cadeira de rodas eles disponibilizam, só deixar um documento que é devolvido com a devolução da cadeira. Curta o seu dia! See MoreSee Less
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5 months ago

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A MALDIÇÃO DOS BRAGANÇASTanto D. Pedro I quanto o pai, D. João VI, assim como seus antecessores e sucessores, deveriam ter assumido, não o trono português, mas as propriedades e as riquezas da Casa do Infantado, entre elas o Palácio de Queluz. No entanto, o mesmo ancestral que levara os Bragança ao poder se tornaria responsável direto por uma maldição que viria a acometer seus descendentes.Antes de sua aclamação como rei de Portugal, quando era somente o oitavo duque de Bragança, D. João IV teria se irritado com um irmão leigo franciscano que fora lhe pedir esmolas. Sem paciência, mandou o religioso retirar-se e aplicou-lhe um pontapé na canela, onde se criou um machucado em forma de escama de peixe. Ressentido pela forma gratuita como fora maltratado, o franciscano rogou-lhe a seguinte praga: “A sua descendência nunca passará pelo primogênito, e os que lhe sucederem, Deus permita, tenham o mesmo sinal na perna que o senhor me produziu.”Ao subir ao trono, D. João IV, temendo a praga do religioso, criou a tradição de apresentar os membros recém-nascidos da família de Bragança aos altares da ordem mendicante de São Francisco, bem como de sempre assistir às festas do santo.D. João VI e D. Pedro I ainda acrescentariam uma esmola de 600 réis para a comemoração, à qual assistiam antes de irem jantar no refeitório comum dos frades da ordem, com a clássica colher de pau comum a todos os comensais.Nada disso, porém, faria a maldição lançada contra a família arrefecer: raros foram os primogênitos que subiram ao trono e reinaram por tempo suficiente para deixar herdeiros.D. Pedro I foi o segundo varão a nascer. Seu irmão, D. Antônio, então com três anos, era o príncipe da Beira, herdeiro do trono. Os filhos de D. João com D. Carlota só começaram a nascer após a morte por varíola do irmão mais velho do príncipe, D. José, aos 27 anos, em 11 de setembro de 1788.O primeiro filho de D. Pedro II foi recebido pelos braços do pai orgulhoso, logo que nasceu: “um príncipe de Deus”, exclamou ele! Era 23 de fevereiro de 1845. Chamaram-no Afonso Pedro. Não recebeu o nome de Pedro, dizem biógrafos, pois se temia a tradição da casa de Bragança segundo os quais primogênitos morriam pequeninos. A criança foi conduzida a pia batismal com entusiasmo, pois afastava qualquer dúvida sobre a sucessão do imperador. D. Pedro II deixava de ser o “órfão da pátria”, como era conhecido, para ser o chefe da casa brasileira, sadia e fecunda.A 29 de julho de 1846, foi a vez da Princesa Isabel, cujo nome se deveu a avó materna e às duas rainhas santas, a da Hungria, sua patrona, e a de Portugal. Teve belo batizado com água vinda do rio Jordão, na Palestina. A 11 de junho de 1847, era o fim dos dias felizes. Morreu o príncipe imperial D. Afonso Pedro de convulsões. Um mês depois, nascia a princesa Leopoldina, nome da primeira imperatriz. A seguir, chegou o filho desejado: D. Pedro Afonso, a 19 de julho de 1848. Mas, de repente, a 9 de janeiro de 1850, D. Pedro Afonso, também, na flor da idade, “terminou sua preciosa existência na Imperial fazenda de Santa Cruz”.A morte do último futuro herdeiro, foi considerada pela imprensa da época como “uma calamidade”! O povo apinhado nas ruas viu em silêncio passar o pequeno caixão. O Imperador se voltou para as duas filhas, Isabel e Leopoldina. Era pai devotadíssimo. Fazia pessoalmente leituras para as meninas, dava-lhes lições de matemática e latim, explicava-lhes física. Escolhia a dedo os professores de inglês, alemão, mineralogia, geologia e história.Fonte: Rezzuti, Paulo. D. Pedro I – A História Não Contada, ed. Leya, 2015. See MoreSee Less
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Portão do Parque Guinle – uma obra de arte. 🥰 See MoreSee Less
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Embarque neste passeio pela cidade do Rio de Janeiro do século XIX.https://youtu.be/gLdG89m7dsE See MoreSee Less
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É isso! O melhor momento é o presente. Obrigada Paulo Gustavo por todos os momentos felizes! Nunca lhe esqueceremos. See MoreSee Less
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Acontecia em 5 de maio de 1821…Exatos duzentos anos atrás, na manhã de 5 maio de 1821, a esquadra de dom João VI ainda estava na altura do Nordeste brasileiro, a caminho de Lisboa, quando, a milhares de quilômetros dali, nos rochedos solitários da Ilha de Santa Helena, no Atlântico Sul, morria o imperador Napoleão Bonaparte.O homem responsável pela fuga da corte portuguesa para o Brasil e por quase todos os tormentos da vida de dom João deu o último suspiro assistido pelo seu médico particular, em meio a ataques de febre, vômitos de sangue e acessos de delírio.A causa da morte de Napoleão foi, por muito tempo, alvo de polêmica. De início, suspeitou-se que tivesse sido envenenado com arsênico pelos britânicos, que o mantinham preso desde a derrota do imperador francês na batalha de Waterloo, ocorrida seis anos antes, em 1815.Pesquisas mais recentes apontam que a causa mais provável seria úlcera ou câncer no estômago. Enquanto esteve preso em Santa Helena, Napoleão ditou suas memórias para o médico particular. Para dom João VI reservou uma só frase, lacônica: “Foi o único que me enganou”. See MoreSee Less
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Transformar nossa cidade no lugar que sonhamos para viver, começa no Plano Diretor. É ele quem orienta o desenvolvimento urbano sustentável da cidade, visando garantir seu pleno funcionamento. Visite planodiretor.rio, conheça a estrutura do plano e participe da consulta popular. Aqui começa o futuro do Rio!@washfajardo#PlanoDiretor#PlanejamentoUrbano See MoreSee Less
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“Crônica da demolição”, filme sobre o Palácio Monroe, ficará disponível para exibição online gratuita até de 29 de abril. Assista em vimeo.com/boitui/cronica"Para entender a lógica das demolições é preciso saber os vetores de poder econômico e político da cidade do Rio de Janeiro desde o Império: e eles são o vetor transportes e o vetor imobiliário. (…) E eles são sinérgicos e interagem." Cesar Maia. See MoreSee Less
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22 de Abril de 1500 – "Descobrimento" do Brasil. Começava aqui a história do país que se chamaria mais tarde, Brasil.Este aniversário de 521 anos da chegada dos portugueses à Bahia, em 22 de abril de 1500, coincide com a reunião de cúpula de 40 líderes mundiais sobre o clima e o meio ambiente. Vale a pena recordar como o Brasil era descrito em alguns documentos do século XVI. O que restou dessa visão idílica do nosso pais?“Acima do cabo da Boa Esperança, para oeste, descobriram uma terra nova, a que chamam dos Papagaios, porque encontraram ali alguns papagaios com um braço e meio de cumprimento, de várias cores (…). Habitam-na homens nus e formosos”. (Matteo Crético, 1501)“Ali o ar é muito temperado e bom (…). A terra é muito fértil e amena (…). Todas as árvores são odoríferas (…). Certamente, se o paraíso terrestre estiver em alguma parte da terra, creio não estar longe daquelas regiões”. (Américo Vespúcio, 1503)“A feição deles é serem pardos, maneira de avermelhados, de bons rostos, narizes, bem-feitos. Andam nus, sem nenhuma cobertura. Nem estimam de cobrir ou de mostrar seus vergonhas; e nisso têm tanta inocência como em mostrar o rosto.” (Pero Vaz de Caminha, 1500, sobre os indígenas brasileiros) See MoreSee Less
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A VISITA DE DARWIN AO BRASIL – 1832A passagem Charles Darwin (1809-1882) pelo Brasil pode ter sido muito mais importante para a Teoria da Evolução das Espécies do que se costuma imaginar. No livro Viagens de um naturalista ao redor do mundo, Darwin dedica cerca de dez páginas a sua passagem por Salvador, aonde chegou em 29 de fevereiro de 1832.Charles Darwin explicou a evolução em seu livro "A Origem das Espécies" publicado em 1858. Vários fatores influenciaram Darwin a propor a sua teoria, como a viagem ao redor do Mundo, onde pôde observar a grande variabilidade de espécies, dando-lhe uma visão diferente da natureza e sugerindo-lhe ideias básicas sobre a evolução.A VIAGEM DO BEAGLE27 de dezembro de 1831: saída de Devonport com o objetivo de vistoriar a Patagônia e a Terra do Fogo, explorar a costa do Chile, Peru e algumas ilhas do Pacífico e estabelecer uma cadeia de medições cronométricas ao redor do mundo.06 de Janeiro: chegada a Tenerife – impedido de desembarcar pelo receio de contrair cólera.16 de Janeiro de 1832: chegada a Porto Praia, em São Tiago, ilha principal do arquipélago de Cabo Verde.16 de Fevereiro : avistam a uma pequena distância os rochedos de São Paulo ao atravessarem o Atlântico.CHEGADA AO BRASIL – Fernando de Noronha20 de Fevereiro : Fernando de NoronhaPermaneceu por poucas horas, observando que a ilha era de constituição vulcânica, não de data recente, notou uma colina de forma cônica elevando 310 m de altura, com cume escarpado, e um lado projetado fora da base. A rocha monolítica divide-se em colunas irregulares, teve a impressão de que ela teria sido propelida bruscamente para cima num estado semifluidoBAHIA29 Fevereiro: Bahia ou São SalvadorPela 1ª vez se viu com a natureza no seio de uma floresta brasileira. Observou a diversidade da flora e da fauna num primeiro contato. Surpreendido por uma forte chuva concluiu que o verdor do solo é atribuído à chuva pois se as pancadas fossem como nos climas frios, a maior parte da água seria absorvida ou evaporada antes de chegar ao chão.Ao longo de toda costa brasileira ( 2000 milhas ) onde quer que se encontre uma rocha sólida é de formação granítica. Levou em conta a opinião de geólogos que a área é constituída de materiais que acreditam ter se cristalizado quando submetidos ao calor da pressão.Teria esse efeito sido produzido nas profundezas de um insondável oceano?Teria sido o caso de um extrato primitivo que cobrisse a região e fosse subsequentemente removido ?Alguma força poderia ter atuado conseguindo desnudar o granito ?Observando um riacho que deságua no mar levantou discussão, relacionando com trabalho de Flumbolott sobre as diferentes colocações das superfícies das rochas.Observou os hábitos de um peixe (Diodan antenatus) sua respiração, a absorção de água se baseando em sucção, a movimentação, e mecanismos de defesa, é capaz expelir uma secreção que não se sabe a natureza e utilidade. O animal era capaz de matar um tubarão quando engolido.18 de março : Parte da Bahia – observou pelo caminho a presença de Trichadesmium erythracum, encontrada também sobre grandes áreas do Mar Vermelho e que produzia uma colocação vermelha pardacenta sobre a água.Começou a fazer levantamentos sobre a coloração das águas e pensar no número incalculável de animais microscópicos existentes. Pôde ver na costa do Brasil uma delgada película oleosa refletindo cores à flor da água, que os marinheiros atribuíam a matérias em decomposição. Levantou duas circunstâncias:Que maneira os corpúsculos que formam faixas com margens tão nítidas se conservam em contiguidade?Que causa pode influenciar na maior ou menor extensão das faixas ?Levanta a hipótese dos corpúsculos serem gerados em certos lugares favoráveis e dali removidos pela ação do vento e da água, mas:De onde teriam procedido os corpúsculos paternos se foram espalhados aleatoriamente?RIO DE JANEIRO4 de abril a 5 de julho: Aceitou o convite para se hospedar em uma fazenda de um amigo em Cabo Frio.8 de abril: Praia Grande (Niterói) e Baía de Guanabara. Observou a mata, clima quente, relevo, etc.9 de abril: Passou por planície arenosa e estreita admirando aves (garças e graús) e plantas como orquídeas. Passou por um lugar onde a água do mar uma vez por ano invadia o lago e pensou quantas observações poderiam ser feitas nesse local. Abandonou a costa e penetrou na floresta observando árvores altas e de troncos claros comparando com as espécies existentes na Inglaterra. Observou também enormes formigueiros que causaram danos às pastagens.14 de abril: Rio Macaé. Observou a riqueza dos solos, apesar que o cultivo era pouco em relação ao tamanho do país. Adentrou em mata logo após uma chuva observando a evaporação por toda floresta que formava densa neblina. Supôs que era devido a grande superfície de folhagens aquecida pelos raios solares.18 de abril: Coletou insetos na mata. Observou que as árvores eram altas porém de pequeno diâmetro.19 de abril: Comparou colibris com mariposa-esfinge achando hábitos e movimentos semelhantes. Elogiou o Brasil pela fertilidade de um clima que possibilitava grande diversidade de espécies. O que mais observou no Brasil foram os invertebrados, interessando-se por uma planária de terra seca sendo que conhecia organismos desse gênero habitantes de água. Encontrou 12 espécies no Hemisfério Sul. Manteve algumas espécies durante 2 meses alimentando-se de madeira podre. Pôde observar sua capacidade de regeneração quando seccionou transversalmente um dos animais. Descobriu sapos com vocalizações mais modestas que na Europa. Adentrando por uma mata nobre encontrou um fungo (Hymenophilus) que atraiu um Strongylus e comparou com uma situação semelhante com organismos encontrados na Inglaterra. Chegou à conclusão de que a introdução de espécies pode interromper essa ligação.Durante sua permanência no Brasil reuniu uma grande coleção de insetos e anotou. Observou que as mariposas eram mais comuns em regiões temperadas. Quantos às borboletas estudou uma em particular que apresentou propriedades que lhe interessaram, como produzir um som de chocalho e a locomoção através de patas.Começou a observar não mais o número de espécies diferentes mas o número de insetos individuais. A variedade entomológica lhe chamou a atenção para alguns fatos como a disputa pelo ambiente (predação, a lei do mais forte). Fez análises a respeito de comportamentos, alimentação e estratégias de ataque de vários insetos, como formigas, uma vespa atacando uma aranha e várias espécies de aranha.5 de julho de 1832: sai do Brasil rumo a Montevidéo.12 de agosto de 1836: passados quatro anos dando a volta pelo mundo, quando já voltavam com destino a ilha de Cabo Verde, ventos contrários o trouxeram de volta ao Brasil (Recife). No tempo que ficou em Pernambuco a única observação que fez foi o recife que forma o ancoradouro.19 de agosto: deixa novamente o Brasil – "Dou graças a Deus e espero nunca mais visitar um país de escravos…"02 de outubro: chega à Inglaterra (Falmouth), termina assim a viagem do Beagle.Considerava que o cenário de partes da Europa provavelmente suplantava tudo quanto tivesse visto, fazendo exceção das zonas intertropicais, não podendo estabelecer comparações entre as duas classes. Entre as cenas que se achavam profundamente impressas em sua mente, nenhuma excedia a sublimidade das florestas primevas, não tocadas pela mão do homem, no Brasil, onde predominavam os poderes da vida…Após o regresso de Darwin à Inglaterra, ocorreram diversos jantares nos quais muitos geólogos naturalistas e curiosos queriam escutar suas fascinantes histórias. Darwin, após cinco anos no mar possuía um registro completo em seu diário. Além disso, ele enviou para casa muito mais coisas: cadernos de notas sobre geologia e zoologia e vários barris contendo suas coletas listadas em seus catálogos principais, como sendo 1529 espécies conservadas em álcool e 3907 peles, ossos e outros espécimes desidratados. Ele certamente acreditava que o trabalho estava por começar. Naquela época, Londres era invadida por uma série de discursos sobre a criação divina e Darwin discordava disso; ele queria mais e tinha um milhão de perguntas a serem respondidas. Para ele havia uma evolução natural das espécies, mas precisaria provar como e porquê.Esta viagem deu-lhe uma visão mais profunda da natureza e as inúmeras observações feitas sugeriram-lhe duas ideias básicas sobre a evolução: a ideia da variabilidade das espécies; a ideia de que as espécies atuais podem ter tido antepassados comuns. See MoreSee Less
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DITADURA NUNCA MAIS! A data de hoje não é para ser comemorada. Mas também não podemos esquecer o nosso passado. Aprendemos com os erros.Na avenida Marechal Alencastro encontra-se o cemitério de Ricardo de Albuquerque, que faz limite com a extensa área militar do campo de Gericinó. Neste cemitério foi inaugurado em 11 de novembro de 2011 o "Memorial aos Mortos e Desaparecidos Políticos" (foto abaixo) pois descoberta ali, através do "Grupo Tortura Nunca Mais", uma vala clandestina onde foram enterrados pelo menos 14 militantes políticos. Entre 1971 e 1974 devido a repressão, foram sepultados como indigentes e sem identidade. http://www.torturanuncamais-rj.org.br/jornal/gtnm_78/projeto_memoria.htmlInstagram: https://www.instagram.com/carpe_diem_turismoWeb site: www.carpediemturismo.com.br E-mail: contato@carpediemturismo.com.br#carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj@carpe_diem_turismo, @atalves See MoreSee Less
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Cerimonia de Inauguração do BioParque do Rio. See MoreSee Less
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LINHA DO TEMPO Acabamos de publicar no nosso site uma Linha do Tempo da Cidade do Rio de Janeiro, onde os principais fatos históricos e eventos que marcaram a sua história estão lá relacionados. A história da cidade do Rio se confunde com a própria História do Brasil por ter sido esta sua capital de 1763 até 1960.http://carpediemturismo.com.br/rio-timeline/@trinusrio, @atalves, #carpediemturismo, #carpediem, #RiodeJaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj, #atalves #freguesia #turismorj #turismo See MoreSee Less
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O PAVILHÃO DE SÃO CRISTÓVÃOEle já foi o maior pavilhão de exposições do Rio de Janeiro até a construção do Rio Centro (1977).O Pavilhão de São Cristovão foi projetado pelo Arquiteto Sérgio Bernardes, um dos projetos que muitos dos admiradores deste ousado arquiteto talvez considerem à beira da genialidade. Após concluído no início da década de 60, o pavilhão abrigou muitos eventos ao longo dos anos.O arquiteto Sérgio Bernardes (1919-2002), sempre se destacou como inovador e pesquisador de arquitetura, sempre inovando em seus projetos, com uma boa harmonia entre forma e função, apresentando soluções integradas entre estrutura, função, estética e forma.O pavilhão parece ter tido como referência o projeto e construção de um pavilhão na Carolina do Norte nos EUA, hoje chamado Dorton Arena, projeto do Arquiteto Matthew Nowicki, inaugurado em 1952. Parece ser impossível negar esta referência. Entretanto é uma referência que pretendeu ser bem articulada e que produziu na época um dos maiores vão cobertos do mundo.O pavilhão uma iniciativa privada, ao longo da década de 1960, abrigou várias feiras, como o Salão do Automóvel, as Feiras Industriais, e Expositec no início dos anos de 1970. Em 1977 foi inaugurado o Rio Centro, com um enorme pavilhão e centro de convenções que tomou o lugar do pavilhão de São Cristóvão como local das grandes feiras.À sua época, o pavilhão tinha quase 160.000 metros quadrados, tendo sido uma das maiores áreas cobertas do mundo sem vigas ou pilares. O sistema estrutural da cobertura foi pensado como uma superfície ou uma espécie de "rede" suspensa. Para tal, centenas de cabos de aço foram fixados nas extremidades da estrutura de concreto armado que circundava o pavilhão, com formas coerentes com a superfície à ser formada. Sobre os cabos de aço existia uma cobertura de material plástico. Um sistema de refrigeração natural foi pensado pelo arquiteto. Litros e litros de agua eram bombeados para as partes mais altas da superfície da cobertura, que por sua vez deveriam escorrer para as laterais mais baixas, desaguando sobre uma cascata que se projetava da cobertura, que por sua vez escorria para espelhos d´água também nas laterais. Este foi um sistema pensado por Sérgio Bernardes para climatizar o ambiente em dias muito quentes. Entretanto, um vendaval que não estava nos planos do arquiteto e certamente não estava também nos planos e planilhas de cálculo dos engenheiros que viabilizaram a estrutura, impiedosamente destruiu a cobertura de plástico. Posteriormente foram usadas chapas metálicas para a cobertura, e provavelmente esta substituição deve ter alterado para menos as potencialidades de climatização do edificação.Tempos depois, novamente tudo indicou que a cobertura era instável em relação aos ventos. Um novo vendaval resolveu demonstrar que, se os efeitos dos ventos não forem bem considerados, principalmente quanto às formas que podem produzir diferentes tipos de pressão em função dos fluxos de ar em relação às estas formas, o resultado pode ser desastroso. Se aviões se sustentam no ar pela pressão exercida pelo vento em suas asas, em função da aerodinâmica, a forma de uma cobertura também pode produzir pressões para o interior ou exterior. E certamente o vento resolveu novamente desafiar as ideias inovadoras e os cálculos. A cobertura foi novamente arrancada pelo vento.Após esta data, a cobertura foi então removida, e o pavilhão ficou por muito tempo sem uso, até que em 2003 passou a abrigar a Feira de São Cristóvão, conferindo à mesma um ambiente arquitetônico interessante, curioso e com algumas histórias. Mas desta vez sem a cobertura.Foi um marco na arquitetura e na concepção de estruturas por ser sem dúvida um projeto inovador.@trinusrio, @atalves, #carpediemturismo, #carpediem, #RiodeJaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj, #atalves #freguesia #turismorj #turismo See MoreSee Less
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8 months ago

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E foram muitas as comemorações pelos 456 anos! See MoreSee Less
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PARABÉNS para nossa MUY LEAL CIDADE DE SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO pelos seus 456 ANOS !!Estou morrendo de saudades de você! See MoreSee Less
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AS FONTES WALLACE DO RIO – Conheça a linda história por trás das Fontes Wallace.As Fontes Wallace (Les Fontaines Wallace) fazem parte da paisagem de Paris há mais de um século e é impossível passear pela cidade sem se deparar com uma delas. Conhecidas pelos parisienses como as “pequenas fontes verdes”, elas são fruto de uma bonita história francesa.Em 1870, durante a Guerra Franco Prussiana, a população de Paris se revoltou contra o resto do país e acabou se cercando e se isolando do resto da França – dando origem à Comuna de Paris. Neste período, o caos da guerra civil se instalou na cidade, abalando toda a infraestrutura local e impossibilitando a população ao acesso de água e comida. No meio de toda essa confusão, Sir Richard Wallace, um filantropo britânico de nascença mas parisiense de coração, resolveu ajudar a cidade construindo fontes públicas para que os parisienses não morressem de sede. Assim nasceram as Fontes Wallace.No começo foram instaladas 50 fontes para abastecer a capital, e hoje em dia há 120 delas espalhadas por Paris. E é realmente possível beber a água delas, já que as fontes usam o mesmo sistema de água que abastece os apartamentos da cidade.Vários exemplares da fonte foram doadas para alguns países, incluindo o Brasil, por Sir Charles Wallace, em 1872. As Fontes Wallace estão presentes na cidade do Rio de Janeiro, em diversos pontos:• no Passeio Público;• no Parque Nacional da Tijuca;• em Botafogo;• na Avenida Rio Branco;• no pátio interno da Caixa Econômica Federal no Centro do Rio);• no bairro de Santa Cruz, inicialmente instalada em frente ao Palácio Imperial (atual Batalhão Escola de Engenharia) e mais tarde transferida para a Praça Dom Romualdo;• no Jardim Botânico há 07 fontes Wallace do tipo mural. See MoreSee Less
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COMO AGENDAR A VISITAÇÃO?Eu tive dificuldade em conseguir achar como agendar esta visitação. Enfim, consegui para o dia 13/03/2021 às 16:00h. Para quem quiser, a dica é ir no site www.palaciosdopovo.rj.gov.bre fazer o agendamento – tanto do PALÁCIO GUANABARA (é outro, as pessoas confundem), quanto para o PALACIO DAS LARANJEIRAS. Ambos são do Estado e ficam no bairro Laranjeiras.Fotos do Palácio Laranjeiras: See MoreSee Less
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PALÁCIO LARANJEIRAS REABRE PARA VISITAÇÃO NO PRÓXIMO SÁBADO!!!Após dois anos fechado, o Palácio Laranjeiras, mais uma jóia arquitetônica da cidade do Rio de Janeiro, reabre para visitação! A visitação é somente aos sábados para no máximo 30 pessoas. Este número está reduzido por conta da pandemia. O agendamento é somente pelo site.Visite o site e conheça mais este patrimônio que devemos preservar. https://palaciodaslaranjeiras.rj.gov.br See MoreSee Less
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JEQUITIBÁ-AÇÚ – série ÁRVORES DO RIOCariniana ianeiresisEste é o nome em Tupi de uma das árvores mais importantes da Mata Atlântica. Tipicamente carioca, pertence à família dos jequitibás, vive por centenas de anos e sua altura pode ultrapassar os 30 metros. Encontra-se em risco de extinção, motivo pelo qual foi escolhida, em votação popular, para ser a “Árvore-símbolo da Cidade do Rio de Janeiro” (Decreto 29528/08).Ao contrário das listadas até agora, esta é uma espécie rara encontrada apenas em florestas e áreas de proteção ambiental. Para garantir sua sobrevivência , mudas são cultivadas nos hortos da Prefeitura e são plantadas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente nas áreas de reflorestamento e em parques da cidade. Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins Foto: Eu com o Jequitibá do Parque dos Três Picos.#orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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CONHEÇA OS RIOS DO BAIRRO DA FREGUESIAEscoadouro das águas vindas da serra limítrofe com o Engenho Novo de Jacarepaguá, o rio Porta D’Água era, no inicio do século, NAVEGÁVEL em todo o seu curso pela planície e contava, nos trechos mais altos, com diques e comportas que lhe valeram o nome. Reunia o curso dos rios Cigano, Olho d’Água e Fortaleza, nascidos na serra dos Três Rios e após atravessar a Freguesia, hoje sob a denominação de rio Sangrador, recebia as águas do córrego da Panela e dos rios São Francisco e Anil, indo desaguar na lagoa de Camorim.Como Porta D’Água ficou conhecida a área hoje compreendida entre o local em que se encontram a estrada Velha de Jacarepaguá, a rua Ituverava e a estrada de Uruçanga, até a praça Professor Camisão e a esquina da estrada dos Três Rios com a avenida Geremário Dantas. Entende agora por que quando chove estas ruas enchem?Nos dias atuais temos o rio Sangrador, o rio Quitite e o rio Papagaio.https://youtu.be/ju4ER6mqvlcAmaf Amafreguesia #carpediemturismo, #carpediem, #RiodeJaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj, #atalves #freguesia #turismorj #turismo See MoreSee Less
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HISTÓRIA DAS ENCHENTES DO RIO DE JANEIRODesde a sua fundação, o crescimento da cidade do Rio de Janeiro foi determinado pelas inúmeras e intensas intervenções do homem no ambiente natural. Nesse processo, foram feitos vários aterros de lagoas e de porções litorâneas, mudanças na rede de drenagem e o desmatamento de encostas e sua ocupação. Considerando essas intervenções, associadas ao relevo – planícies em contato direto com maciços costeiros – e ao clima em que a cidade está inserida – com chuvas intensas e/ou de elevada altura, o Rio de Janeiro tem a ocorrência de enchentes urbanas com grande frequência, principalmente nos meses de verão. A ocupação de encostas pelas favelas e a retirada de sua cobertura vegetal acabaram por gerar áreas de risco de deslizamentos; também determinadas pela ocupação urbana, houve a retinilização dos cursos fluviais, o assoreamento dos canais e a ampliação da rede de drenagem pluvial e de abastecimento de água e esgoto nas encostas, que, num quadro conjunto e complexo, contribuem para as enchentes urbanas. Entende-se que esses fenômenos precisam ser analisados dentro de um quadro hidrogeomorfológico integrado. A condição climática sob a qual encontra-se a cidade do Rio de Janeiro caracteriza-se pelas altas temperaturas e valores expressivos de umidade e precipitação. A circulação atmosférica é dominada pela ação das massas de ar Tropical Atlântica e Polar e perturbações secundárias das frentes frias. Durante o verão, elas causam os maiores impactos, gerando chuvas intensas.CHUVA DE 1966 – A enxurrada de 10 de janeiro de 1966, foi noticiada como "o maior temporal de todos os tempos", matou cerca de 200 pessoas, provocou mais de mil desabamentos em vários bairros e deixou mais de 50 mil desalojados. A cidade do Rio de Janeiro ficou em estado de calamidade pública. No ano de 1966, sob cerca de 250 mm de chuva, os cariocas enfrentaram racionamento de gás, energia e água, esta última contaminada por esgotos que romperam os dutos coletores e transbordaram nos sistemas de drenagem de águas pluviais.CHUVA DE 1967 – Ainda sob os impactos do verão de 1966, as chuvas voltaram a castigar a cidade no verão seguinte, a cidade ainda não havia se recuperado do trauma de janeiro de 1966 quando, em 18 de fevereiro de 1967, sofreu um outro temporal arrasador. As chuvas causaram a morte de 116 pessoas. O caso mais grave aconteceu em Laranjeiras, uma pedra rolou da encosta e provocou o desabamento de três prédios na Rua General Glicério.CHUVA DE 1988 – Neste ano o episodio de desastres e destruições foram mais do mesmo, as chuvas têm sido sinônimo de morte. Aconteceram soterramentos por deslizamentos, desabamentos e casas e pessoas levadas pelas águas, deixando pessoas sem terem onde morar e mais uma vez se buscando culpados. Neste ano, 134 pessoas morreram. Em nove horas de chuvas torrenciais e interruptas, a cidade do Rio de Janeiro naufragou, desabamentos devastaram morro após morro e no, episódio mais cruel de todos, metade de um hospital para pacientes em estado terminal veio a baixo, no bairro de Santa Tereza, deixando os cariocas ao longo do desse fim de semana atônicos com a ferocidade do desastre que se abateu ao seu redor.CHUVA DE 2010 – Neste ano, mais uma vez, foi marcado por três grandes tragédias provocadas pelas chuvas. Em janeiro, Angra dos Reis sofreu as consequências de uma ocupação desordenada dos morros. Três meses depois, Niterói contabilizou 47 mortos no Morro do Bumba e a região metropolitana do Rio ficou ilhada depois de uma tempestade e novamente as chuvas fizeram grandes estragos. O temporal deixou um saldo de 180 mortes, a maioria soterrada por deslizamentos de terra. Do total de vítimas, mais de 100 pessoas feridas, segundo o Centro de Operações do Corpo de Bombeiros. O município de Niterói foi um dos mais afetados e contabilizou 48 mortos. Este temporal foi, segundo o Prefeito Eduardo Paes, o maior desde 1966. Naquele ano o índice pluviométrico atingiu 245 mm, enquanto que nas chuvas de abril de 2010 o nível chegou a 288 mm (Fonte: oglobo.globo.com).CHUVA DE 2011 – segundo o Inmeta a chuva em Nova Friburgo foi a maior da história da cidade e talvez a maior tragédia climática da história do Brasil. A chuva ocorreu na madrugada do dia 11 para o dia 12 de Janeiro de 2011. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil, 247 pessoas morreram em Nova Friburgo, 237 em Teresópolis, 43 em Petrópolis e 16 em Sumidouro. Também houve registro de quatro mortes em São José do Vale do Rio Preto. Ainda conforme o balanço, Petrópolis teve 3.600 pessoas desalojadas – temporariamente na casa de amigos ou parentes – e 2.000 desabrigados – perderam as casas e dependem de abrigos públicos. Em Teresópolis, foram 960 desalojados e 1.280 desabrigados. Nova Friburgo foram 3.220 desalojados e 1.970 desabrigados.O carioca precisa conhecer os locais da cidade que frequentemente enchem, porque escondem rios canalizados ou foram aterrados. Precisa estar alerta a previsão do tempo e em caso de chuva forte, manter-se em local alto e seguro até a chuva passar. As encostas deveriam manter sua vegetação e não deveriam ser construídas habitações nela. See MoreSee Less
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OS RIO DO RIO DE JANEIROUma cidade que tem "rio" em seu nome, deveria cuidar melhor dos seus. Você conhece os rios que passam no seu bairro? E na sua cidade? See MoreSee Less
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OS RIOS DA CIDADE DO RIO DE JANEIROConheça os rios do seu bairro. Quantos foram canalizados, desviados,… e entenda porquê algumas ruas como a Jardim Botânico, sempre vão inundar. See MoreSee Less
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PAINEIRA – série ÁRVORES DO RIOChorisia speciosaEsta árvore tem muitas qualidades ornamentais: tronco imponente e espinhoso quando jovem, folhas de um verde brilhante, flores grandes e rosadas. Dos frutos saem painas parecidas com flocos de algodão. As paineiras são usadas na arborização de praças, parques, pequenos e grandes canteiros e na recuperação de áreas degradadas.No Rio de Janeiro, no coração da Floresta da Tijuca temos a Estrada das Paineiras e o Mirante das Paineiras.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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A ESTRADA REAL DE SANTA CRUZCaminho Imperial, também chamado Caminho dos Jesuítas, Caminho das Minas, Estrada Real de Santa Cruz ou Estrada Imperial de Santa Cruz, foi uma via que unia a cidade do Rio de Janeiro ao sertão, passando pela Fazenda dos Jesuítas, ao longo da então Capitania do Rio de Janeiro, nos séculos XVII e XVIII. Fazia parte da Estrada Real, que ligava o Rio de Janeiro às Minas Gerais, por onde passava o ouro a caminho da metrópole portuguesa.Atualmente o nome Estrada Real desapareceu da nomenclatura oficial, mas a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, com o apoio de várias universidades da Zona Oeste, tem procurado resgatar uma parte dessa memória esquecida da história do Brasil, mediante a instalação de uma sinalização indicadora do traçado do antigo Caminho Real e Imperial (vide fotos em anexo). Após a independência do Brasil (1822), transformando-se a cidade do Rio de Janeiro no Município da Corte, a via passou a ligar a Quinta da Boa Vista à Fazenda Imperial de Santa Cruz , dependências consideradas de veraneio da família imperial, sendo esta estrada usualmente percorrida pelo imperador e sua família. A via à época, era assinalada pelos Marcos Imperiais. Existia 12 Marcos Imperiais instados em 1826, para fixar a distância em léguas de cada trajeto (Eles distavam aproximadamente sete de léguas). A distância total do caminho era de 70 Km. Uma diligência diária fazia o transporte de passageiros entre a Fazenda de Santa Cruz e o Palácio de São Cristóvão numa viagem de mais de cinco horas. Atualmente apenas 5 desses marcos ainda existem: o marco 6, em Bangu; o marco 7 em Santíssimo, Marco 9 em Inhoaíba; marco 10 em paciência e o marco 11, em Santa Cruz (fotos).Iniciando-se no Largo da Cancela, no bairro de São Cristóvão, antigamente considerado a entrada terrestre da cidade, a estrada corresponde hoje a uma série de vias importantes:• Rua São Luís Gonzaga, • Avenida Dom Hélder Câmara (antiga Avenida Suburbana), • Avenida Ernani Cardoso• Estrada Intendente Magalhães• Avenida Marechal Fontenelle• Avenida Santa Cruz, • Rua Artur Rios• Avenida Cesário de Melo• Rua Felipe Cardoso. Diante do progresso urbano, os antigos marcos se confundem atualmente, na paisagem, com os balizadores e o caminho virou avenida, rua ou alguma construção. Mas não podemos apagar a Estrada Real de nossa memória histórica.Fotos retiradas da internet. See MoreSee Less
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PALMEIRA IMPERIAL- série ÁRVORES DO RIO Roystonea oelraceaAs sementes desta palmeira foram dadas de presente pelo oficial português Luis d’Abreu, em 1809 ao rei Dom João VI. Trata-se de uma palmeira nobre e majestosa que logo passou a ornamentar os jardins aristocráticos do Rio de Janeiro.Foi muito utilizada nos jardins de fazendas e residências mais abastadas.Na Rua Paissandu, no Flamengo, aberta por volta de 1864, as palmeiras ornamentavam o caminho entre a residência da Princesa Isabel, hoje Palácio Guanabara, e o mar.O conjunto preservado, integra o “Cadastro de Árvores Notáveis do Rio”, assim como os da Praia do Flamengo, Largo do Machado e Largo dos Leões, na Zona Sul; da Rua Quito, na Zona Norte e da Av. Santa Cruz, na zona Oeste.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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GUAPURUVU – série ÁRVORES DO RIOSchilzolobium paraybaEsta espécie ocorre na Mata Atlântica e é muito utilizada no paisagismo urbano.Destaca-se pelo crescimento rápido, tronco ereto e pela floração amarela que ocorre entre os meses de setembro e novembro. A madeira pouco resistente era utilizada pelos índios na confecção de canoas, utensílios e entalhes.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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24 de fevereiro de 1891: promulgada a Segunda Constituição do BrasilA elaboração da constituição brasileira de 1891 iniciou-se em 1889. Após um ano de negociações, a sua promulgação ocorreu em 24 de fevereiro de 1891. Esta constituição vigorou durante toda a República Velha e sofreu apenas uma alteração em 1926.No início de 1889 iniciaram-se as discussões para a elaboração da nova constituição, que seria a primeira constituição republicana e que vigoraria durante toda a Primeira República. Após um ano de negociações com os poderes que realmente comandavam o Brasil, a promulgação da constituição brasileira de 1891 aconteceu em 24 de fevereiro de 1891. Os principais autores da constituição da Primeira República foram Prudente de Morais e Ruy Barbosa.A constituição de 1891 foi fortemente inspirada na Constituição da República Argentina, na constituição dos Estados Unidos da América e na Constituição Federal da Suíça, fortemente descentralizadora dos poderes, dando grande autonomia aos municípios e às antigas províncias, que passaram a ser chamadas de "estados", cujos chefes do Poder Executivo eram os "presidentes de estado". Foi inspirada no modelo federalista estadunidense, permitindo que se organizassem de acordo com seus peculiares interesses, desde que não contradissessem a Constituição. Exemplo: a constituição do estado do Rio Grande do Sul permitia a reeleição do presidente do estado.Consagrou a existência de apenas três poderes independentes entre si, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.Fonte: Wikepedia@trinusrio, @atalves, #carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj, #atalves #freguesia See MoreSee Less
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PAU-BRASIL – série ÁRVORES DO RIOCaesalpinia echinataÁrvore que emprestou seu nome ao País e foi quase extinta pelos portugueses que dela extraíam corante para tingir tecidos e fabricar tintas de escrever. Embora restrita às áreas remanescentes de Mata Atlântica, a utilização da espécie na arborização urbana vem sendo incentivada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.De crescimento lento e floração restrita aos meses de setembro e outubro, produz sombra farta e já ornamenta ruas e praças de vários bairros.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves @trinusrio, @atalves, #carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj, #atalves #freguesia See MoreSee Less
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Segue abaixo post que fiz quando o incêndio do museu completou um ano:"RECORDAÇÕES DE UM MUSEUHoje está completando um ano do incêndio que destruiu o Museu Nacional na Quinta da Boa Vista. Infelizmente não poderei mais organizar um tour para este museu como antes. O Brasil e o mundo perderam uma parte expressiva dos registros que remontam a história da humanidade desde a Antiguidade. O museu era considerado um dos maiores acervos de antropologia e de história natural do país, com nada menos de 20 milhões de itens.Fundado por Dom João VI em 6 de agosto de 1818 (há 201 anos) sua coleção foi sendo aumentada com o passar dos anos, principalmente por D. Pedro II que muito contribuiu. Em suas viagens ele adquiria objetos, ele era um erudito, e possuía reputação como um vigoroso patrocinador do conhecimento, cultura e ciências. Ganhou o respeito e admiração de estudiosos como Graham Bell, Charles Darwin, Victor Hugo e Friedrich Nietzsche, e foi amigo de Richard Wagner, Louis Pasteur, Jean-Martin Charcot, Henry Wadsworth Longfellow, dentre outros. Também Dona Teresa Cristina sua esposa, com seu entusiasmo pelas artes e o incentivo às coleções de arqueologia, contribuiu com um legado significativo na história da sociedade brasileira e do acervo deste museu. Filha de Francisco I, rei das Duas Sicílias (Itália), e esposa de D. Pedro II aos 21 anos de idade, graças ao relacionamento de D.Teresa Cristina de Bourbon com instituições Italianas, trouxe para o Brasil importante acervo de Pompéia, por exemplo. É possível ver a relação detalhada do que foi doado e comprado pelo Brasil no livro lançado em pela EdUERJ em 2014, Teresa Cristina de Bourbon: uma imperatriz napolitana nos trópicos 1843-1889, de Aniello Angelo Avella.Isto, sem falar nos anos e mais anos de pesquisa, de coleta de campo de naturalistas. Ainda me lembro da vasta coleção de borboletas, besouros, aves e outros animais.Com a proclamação da República o acervo do museu foi colocado no Palácio de São Cristóvão. Este edifício por si só, já era uma preciosidade histórica, pois foi residência oficial da família Imperial, conhecido como o Paço Imperial da Quinta de São Cristóvão. Era em estilo Neoclássico, e suas dependências guardavam pinturas e primorosos trabalhos em estuque e madeira. A destruição do edifício e de sua mobília apaga uma parte da nossa história.(…)O Museu Nacional ficará para sempre na minha memória afetiva. Ainda me lembro quando menina, em passeio da escola, visitei este museu pela primeira vez. Meus olhos brilhavam a cada nova sala. E naquele labirinto de salas e exposições, mais que conhecimento, o gosto pelo saber me transformou para sempre. A minha curiosidade foi ali despertada. Ver o esqueleto de baleia e o fóssil de um dinossauro foi muito impactante para uma criança de sete anos. E a múmia egípcia? Uma emoção sem tamanho! Começava ali a minha paixão por museus e o meu amor pela História."Aquela visita me transformou na historiadora e na guia de turismo que sou hoje.(Foto: Eu na excursão, atrás da Profª. Margareth – 1978)@trinusrio, @atalves, #carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj, #atalves #freguesia See MoreSee Less
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QUARESMEIRA – série ÁRVORES DO RIOTibouchina granulosaEsta árvore nativa adapta-se bem ao meio urbano e por isso é muito utilizada na arborização de ruas. O nome popular vem da associação de ideias entre o período de floração, que coincide com a Quaresma (de fevereiro a abril), e o roxo das flores, cor que simboliza a Semana Santa.Temos estas lindas árvores plantadas na Geremário Dantas na altura da Freguesia, próximo ao Posto Ipiranga.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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SAPUCAIA – série ÁRVORES DO RIOLecythis pisonisTambém conhecida como “Cumbuca”, a sapucaia é hoje um exemplar raro da Mata Atlântica. Típica na faixa litorônea que vai do Estado do Rio de Janeiro ao Ceará, seu fruto é muito apreciado pelos macacos. As folhas assumem tom rosado na primavera, coloração esta que conquistou Dom João VI.Encantando, o Rei mandou plantá-las na alameda que levava à residência real, na Quinta da Boa Vista. Hoje é conhecida como a Alameda das Sapucaias (vide foto).Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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