Categoria: carpediem

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22 de Abril de 1500 – "Descobrimento" do Brasil. Começava aqui a história do país que se chamaria mais tarde, Brasil.Este aniversário de 521 anos da chegada dos portugueses à Bahia, em 22 de abril de 1500, coincide com a reunião de cúpula de 40 líderes mundiais sobre o clima e o meio ambiente. Vale a pena recordar como o Brasil era descrito em alguns documentos do século XVI. O que restou dessa visão idílica do nosso pais?“Acima do cabo da Boa Esperança, para oeste, descobriram uma terra nova, a que chamam dos Papagaios, porque encontraram ali alguns papagaios com um braço e meio de cumprimento, de várias cores (…). Habitam-na homens nus e formosos”. (Matteo Crético, 1501)“Ali o ar é muito temperado e bom (…). A terra é muito fértil e amena (…). Todas as árvores são odoríferas (…). Certamente, se o paraíso terrestre estiver em alguma parte da terra, creio não estar longe daquelas regiões”. (Américo Vespúcio, 1503)“A feição deles é serem pardos, maneira de avermelhados, de bons rostos, narizes, bem-feitos. Andam nus, sem nenhuma cobertura. Nem estimam de cobrir ou de mostrar seus vergonhas; e nisso têm tanta inocência como em mostrar o rosto.” (Pero Vaz de Caminha, 1500, sobre os indígenas brasileiros) See MoreSee Less
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A VISITA DE DARWIN AO BRASIL – 1832A passagem Charles Darwin (1809-1882) pelo Brasil pode ter sido muito mais importante para a Teoria da Evolução das Espécies do que se costuma imaginar. No livro Viagens de um naturalista ao redor do mundo, Darwin dedica cerca de dez páginas a sua passagem por Salvador, aonde chegou em 29 de fevereiro de 1832.Charles Darwin explicou a evolução em seu livro "A Origem das Espécies" publicado em 1858. Vários fatores influenciaram Darwin a propor a sua teoria, como a viagem ao redor do Mundo, onde pôde observar a grande variabilidade de espécies, dando-lhe uma visão diferente da natureza e sugerindo-lhe ideias básicas sobre a evolução.A VIAGEM DO BEAGLE27 de dezembro de 1831: saída de Devonport com o objetivo de vistoriar a Patagônia e a Terra do Fogo, explorar a costa do Chile, Peru e algumas ilhas do Pacífico e estabelecer uma cadeia de medições cronométricas ao redor do mundo.06 de Janeiro: chegada a Tenerife – impedido de desembarcar pelo receio de contrair cólera.16 de Janeiro de 1832: chegada a Porto Praia, em São Tiago, ilha principal do arquipélago de Cabo Verde.16 de Fevereiro : avistam a uma pequena distância os rochedos de São Paulo ao atravessarem o Atlântico.CHEGADA AO BRASIL – Fernando de Noronha20 de Fevereiro : Fernando de NoronhaPermaneceu por poucas horas, observando que a ilha era de constituição vulcânica, não de data recente, notou uma colina de forma cônica elevando 310 m de altura, com cume escarpado, e um lado projetado fora da base. A rocha monolítica divide-se em colunas irregulares, teve a impressão de que ela teria sido propelida bruscamente para cima num estado semifluidoBAHIA29 Fevereiro: Bahia ou São SalvadorPela 1ª vez se viu com a natureza no seio de uma floresta brasileira. Observou a diversidade da flora e da fauna num primeiro contato. Surpreendido por uma forte chuva concluiu que o verdor do solo é atribuído à chuva pois se as pancadas fossem como nos climas frios, a maior parte da água seria absorvida ou evaporada antes de chegar ao chão.Ao longo de toda costa brasileira ( 2000 milhas ) onde quer que se encontre uma rocha sólida é de formação granítica. Levou em conta a opinião de geólogos que a área é constituída de materiais que acreditam ter se cristalizado quando submetidos ao calor da pressão.Teria esse efeito sido produzido nas profundezas de um insondável oceano?Teria sido o caso de um extrato primitivo que cobrisse a região e fosse subsequentemente removido ?Alguma força poderia ter atuado conseguindo desnudar o granito ?Observando um riacho que deságua no mar levantou discussão, relacionando com trabalho de Flumbolott sobre as diferentes colocações das superfícies das rochas.Observou os hábitos de um peixe (Diodan antenatus) sua respiração, a absorção de água se baseando em sucção, a movimentação, e mecanismos de defesa, é capaz expelir uma secreção que não se sabe a natureza e utilidade. O animal era capaz de matar um tubarão quando engolido.18 de março : Parte da Bahia – observou pelo caminho a presença de Trichadesmium erythracum, encontrada também sobre grandes áreas do Mar Vermelho e que produzia uma colocação vermelha pardacenta sobre a água.Começou a fazer levantamentos sobre a coloração das águas e pensar no número incalculável de animais microscópicos existentes. Pôde ver na costa do Brasil uma delgada película oleosa refletindo cores à flor da água, que os marinheiros atribuíam a matérias em decomposição. Levantou duas circunstâncias:Que maneira os corpúsculos que formam faixas com margens tão nítidas se conservam em contiguidade?Que causa pode influenciar na maior ou menor extensão das faixas ?Levanta a hipótese dos corpúsculos serem gerados em certos lugares favoráveis e dali removidos pela ação do vento e da água, mas:De onde teriam procedido os corpúsculos paternos se foram espalhados aleatoriamente?RIO DE JANEIRO4 de abril a 5 de julho: Aceitou o convite para se hospedar em uma fazenda de um amigo em Cabo Frio.8 de abril: Praia Grande (Niterói) e Baía de Guanabara. Observou a mata, clima quente, relevo, etc.9 de abril: Passou por planície arenosa e estreita admirando aves (garças e graús) e plantas como orquídeas. Passou por um lugar onde a água do mar uma vez por ano invadia o lago e pensou quantas observações poderiam ser feitas nesse local. Abandonou a costa e penetrou na floresta observando árvores altas e de troncos claros comparando com as espécies existentes na Inglaterra. Observou também enormes formigueiros que causaram danos às pastagens.14 de abril: Rio Macaé. Observou a riqueza dos solos, apesar que o cultivo era pouco em relação ao tamanho do país. Adentrou em mata logo após uma chuva observando a evaporação por toda floresta que formava densa neblina. Supôs que era devido a grande superfície de folhagens aquecida pelos raios solares.18 de abril: Coletou insetos na mata. Observou que as árvores eram altas porém de pequeno diâmetro.19 de abril: Comparou colibris com mariposa-esfinge achando hábitos e movimentos semelhantes. Elogiou o Brasil pela fertilidade de um clima que possibilitava grande diversidade de espécies. O que mais observou no Brasil foram os invertebrados, interessando-se por uma planária de terra seca sendo que conhecia organismos desse gênero habitantes de água. Encontrou 12 espécies no Hemisfério Sul. Manteve algumas espécies durante 2 meses alimentando-se de madeira podre. Pôde observar sua capacidade de regeneração quando seccionou transversalmente um dos animais. Descobriu sapos com vocalizações mais modestas que na Europa. Adentrando por uma mata nobre encontrou um fungo (Hymenophilus) que atraiu um Strongylus e comparou com uma situação semelhante com organismos encontrados na Inglaterra. Chegou à conclusão de que a introdução de espécies pode interromper essa ligação.Durante sua permanência no Brasil reuniu uma grande coleção de insetos e anotou. Observou que as mariposas eram mais comuns em regiões temperadas. Quantos às borboletas estudou uma em particular que apresentou propriedades que lhe interessaram, como produzir um som de chocalho e a locomoção através de patas.Começou a observar não mais o número de espécies diferentes mas o número de insetos individuais. A variedade entomológica lhe chamou a atenção para alguns fatos como a disputa pelo ambiente (predação, a lei do mais forte). Fez análises a respeito de comportamentos, alimentação e estratégias de ataque de vários insetos, como formigas, uma vespa atacando uma aranha e várias espécies de aranha.5 de julho de 1832: sai do Brasil rumo a Montevidéo.12 de agosto de 1836: passados quatro anos dando a volta pelo mundo, quando já voltavam com destino a ilha de Cabo Verde, ventos contrários o trouxeram de volta ao Brasil (Recife). No tempo que ficou em Pernambuco a única observação que fez foi o recife que forma o ancoradouro.19 de agosto: deixa novamente o Brasil – "Dou graças a Deus e espero nunca mais visitar um país de escravos…"02 de outubro: chega à Inglaterra (Falmouth), termina assim a viagem do Beagle.Considerava que o cenário de partes da Europa provavelmente suplantava tudo quanto tivesse visto, fazendo exceção das zonas intertropicais, não podendo estabelecer comparações entre as duas classes. Entre as cenas que se achavam profundamente impressas em sua mente, nenhuma excedia a sublimidade das florestas primevas, não tocadas pela mão do homem, no Brasil, onde predominavam os poderes da vida…Após o regresso de Darwin à Inglaterra, ocorreram diversos jantares nos quais muitos geólogos naturalistas e curiosos queriam escutar suas fascinantes histórias. Darwin, após cinco anos no mar possuía um registro completo em seu diário. Além disso, ele enviou para casa muito mais coisas: cadernos de notas sobre geologia e zoologia e vários barris contendo suas coletas listadas em seus catálogos principais, como sendo 1529 espécies conservadas em álcool e 3907 peles, ossos e outros espécimes desidratados. Ele certamente acreditava que o trabalho estava por começar. Naquela época, Londres era invadida por uma série de discursos sobre a criação divina e Darwin discordava disso; ele queria mais e tinha um milhão de perguntas a serem respondidas. Para ele havia uma evolução natural das espécies, mas precisaria provar como e porquê.Esta viagem deu-lhe uma visão mais profunda da natureza e as inúmeras observações feitas sugeriram-lhe duas ideias básicas sobre a evolução: a ideia da variabilidade das espécies; a ideia de que as espécies atuais podem ter tido antepassados comuns. See MoreSee Less
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3 weeks ago

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DITADURA NUNCA MAIS! A data de hoje não é para ser comemorada. Mas também não podemos esquecer o nosso passado. Aprendemos com os erros.Na avenida Marechal Alencastro encontra-se o cemitério de Ricardo de Albuquerque, que faz limite com a extensa área militar do campo de Gericinó. Neste cemitério foi inaugurado em 11 de novembro de 2011 o "Memorial aos Mortos e Desaparecidos Políticos" (foto abaixo) pois descoberta ali, através do "Grupo Tortura Nunca Mais", uma vala clandestina onde foram enterrados pelo menos 14 militantes políticos. Entre 1971 e 1974 devido a repressão, foram sepultados como indigentes e sem identidade. http://www.torturanuncamais-rj.org.br/jornal/gtnm_78/projeto_memoria.htmlInstagram: https://www.instagram.com/carpe_diem_turismoWeb site: www.carpediemturismo.com.br E-mail: contato@carpediemturismo.com.br#carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj@carpe_diem_turismo, @atalves See MoreSee Less
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1 month ago

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Cerimonia de Inauguração do BioParque do Rio. See MoreSee Less
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LINHA DO TEMPO Acabamos de publicar no nosso site uma Linha do Tempo da Cidade do Rio de Janeiro, onde os principais fatos históricos e eventos que marcaram a sua história estão lá relacionados. A história da cidade do Rio se confunde com a própria História do Brasil por ter sido esta sua capital de 1763 até 1960.http://carpediemturismo.com.br/rio-timeline/@trinusrio, @atalves, #carpediemturismo, #carpediem, #RiodeJaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj, #atalves #freguesia #turismorj #turismo See MoreSee Less
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2 months ago

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O PAVILHÃO DE SÃO CRISTÓVÃOEle já foi o maior pavilhão de exposições do Rio de Janeiro até a construção do Rio Centro (1977).O Pavilhão de São Cristovão foi projetado pelo Arquiteto Sérgio Bernardes, um dos projetos que muitos dos admiradores deste ousado arquiteto talvez considerem à beira da genialidade. Após concluído no início da década de 60, o pavilhão abrigou muitos eventos ao longo dos anos.O arquiteto Sérgio Bernardes (1919-2002), sempre se destacou como inovador e pesquisador de arquitetura, sempre inovando em seus projetos, com uma boa harmonia entre forma e função, apresentando soluções integradas entre estrutura, função, estética e forma.O pavilhão parece ter tido como referência o projeto e construção de um pavilhão na Carolina do Norte nos EUA, hoje chamado Dorton Arena, projeto do Arquiteto Matthew Nowicki, inaugurado em 1952. Parece ser impossível negar esta referência. Entretanto é uma referência que pretendeu ser bem articulada e que produziu na época um dos maiores vão cobertos do mundo.O pavilhão uma iniciativa privada, ao longo da década de 1960, abrigou várias feiras, como o Salão do Automóvel, as Feiras Industriais, e Expositec no início dos anos de 1970. Em 1977 foi inaugurado o Rio Centro, com um enorme pavilhão e centro de convenções que tomou o lugar do pavilhão de São Cristóvão como local das grandes feiras.À sua época, o pavilhão tinha quase 160.000 metros quadrados, tendo sido uma das maiores áreas cobertas do mundo sem vigas ou pilares. O sistema estrutural da cobertura foi pensado como uma superfície ou uma espécie de "rede" suspensa. Para tal, centenas de cabos de aço foram fixados nas extremidades da estrutura de concreto armado que circundava o pavilhão, com formas coerentes com a superfície à ser formada. Sobre os cabos de aço existia uma cobertura de material plástico. Um sistema de refrigeração natural foi pensado pelo arquiteto. Litros e litros de agua eram bombeados para as partes mais altas da superfície da cobertura, que por sua vez deveriam escorrer para as laterais mais baixas, desaguando sobre uma cascata que se projetava da cobertura, que por sua vez escorria para espelhos d´água também nas laterais. Este foi um sistema pensado por Sérgio Bernardes para climatizar o ambiente em dias muito quentes. Entretanto, um vendaval que não estava nos planos do arquiteto e certamente não estava também nos planos e planilhas de cálculo dos engenheiros que viabilizaram a estrutura, impiedosamente destruiu a cobertura de plástico. Posteriormente foram usadas chapas metálicas para a cobertura, e provavelmente esta substituição deve ter alterado para menos as potencialidades de climatização do edificação.Tempos depois, novamente tudo indicou que a cobertura era instável em relação aos ventos. Um novo vendaval resolveu demonstrar que, se os efeitos dos ventos não forem bem considerados, principalmente quanto às formas que podem produzir diferentes tipos de pressão em função dos fluxos de ar em relação às estas formas, o resultado pode ser desastroso. Se aviões se sustentam no ar pela pressão exercida pelo vento em suas asas, em função da aerodinâmica, a forma de uma cobertura também pode produzir pressões para o interior ou exterior. E certamente o vento resolveu novamente desafiar as ideias inovadoras e os cálculos. A cobertura foi novamente arrancada pelo vento.Após esta data, a cobertura foi então removida, e o pavilhão ficou por muito tempo sem uso, até que em 2003 passou a abrigar a Feira de São Cristóvão, conferindo à mesma um ambiente arquitetônico interessante, curioso e com algumas histórias. Mas desta vez sem a cobertura.Foi um marco na arquitetura e na concepção de estruturas por ser sem dúvida um projeto inovador.@trinusrio, @atalves, #carpediemturismo, #carpediem, #RiodeJaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj, #atalves #freguesia #turismorj #turismo See MoreSee Less
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2 months ago

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E foram muitas as comemorações pelos 456 anos! See MoreSee Less
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PARABÉNS para nossa MUY LEAL CIDADE DE SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO pelos seus 456 ANOS !!Estou morrendo de saudades de você! See MoreSee Less
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AS FONTES WALLACE DO RIO – Conheça a linda história por trás das Fontes Wallace.As Fontes Wallace (Les Fontaines Wallace) fazem parte da paisagem de Paris há mais de um século e é impossível passear pela cidade sem se deparar com uma delas. Conhecidas pelos parisienses como as “pequenas fontes verdes”, elas são fruto de uma bonita história francesa.Em 1870, durante a Guerra Franco Prussiana, a população de Paris se revoltou contra o resto do país e acabou se cercando e se isolando do resto da França – dando origem à Comuna de Paris. Neste período, o caos da guerra civil se instalou na cidade, abalando toda a infraestrutura local e impossibilitando a população ao acesso de água e comida. No meio de toda essa confusão, Sir Richard Wallace, um filantropo britânico de nascença mas parisiense de coração, resolveu ajudar a cidade construindo fontes públicas para que os parisienses não morressem de sede. Assim nasceram as Fontes Wallace.No começo foram instaladas 50 fontes para abastecer a capital, e hoje em dia há 120 delas espalhadas por Paris. E é realmente possível beber a água delas, já que as fontes usam o mesmo sistema de água que abastece os apartamentos da cidade.Vários exemplares da fonte foram doadas para alguns países, incluindo o Brasil, por Sir Charles Wallace, em 1872. As Fontes Wallace estão presentes na cidade do Rio de Janeiro, em diversos pontos:• no Passeio Público;• no Parque Nacional da Tijuca;• em Botafogo;• na Avenida Rio Branco;• no pátio interno da Caixa Econômica Federal no Centro do Rio);• no bairro de Santa Cruz, inicialmente instalada em frente ao Palácio Imperial (atual Batalhão Escola de Engenharia) e mais tarde transferida para a Praça Dom Romualdo;• no Jardim Botânico há 07 fontes Wallace do tipo mural. See MoreSee Less
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COMO AGENDAR A VISITAÇÃO?Eu tive dificuldade em conseguir achar como agendar esta visitação. Enfim, consegui para o dia 13/03/2021 às 16:00h. Para quem quiser, a dica é ir no site www.palaciosdopovo.rj.gov.bre fazer o agendamento – tanto do PALÁCIO GUANABARA (é outro, as pessoas confundem), quanto para o PALACIO DAS LARANJEIRAS. Ambos são do Estado e ficam no bairro Laranjeiras.Fotos do Palácio Laranjeiras: See MoreSee Less
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PALÁCIO LARANJEIRAS REABRE PARA VISITAÇÃO NO PRÓXIMO SÁBADO!!!Após dois anos fechado, o Palácio Laranjeiras, mais uma jóia arquitetônica da cidade do Rio de Janeiro, reabre para visitação! A visitação é somente aos sábados para no máximo 30 pessoas. Este número está reduzido por conta da pandemia. O agendamento é somente pelo site.Visite o site e conheça mais este patrimônio que devemos preservar. https://palaciodaslaranjeiras.rj.gov.br See MoreSee Less
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JEQUITIBÁ-AÇÚ – série ÁRVORES DO RIOCariniana ianeiresisEste é o nome em Tupi de uma das árvores mais importantes da Mata Atlântica. Tipicamente carioca, pertence à família dos jequitibás, vive por centenas de anos e sua altura pode ultrapassar os 30 metros. Encontra-se em risco de extinção, motivo pelo qual foi escolhida, em votação popular, para ser a “Árvore-símbolo da Cidade do Rio de Janeiro” (Decreto 29528/08).Ao contrário das listadas até agora, esta é uma espécie rara encontrada apenas em florestas e áreas de proteção ambiental. Para garantir sua sobrevivência , mudas são cultivadas nos hortos da Prefeitura e são plantadas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente nas áreas de reflorestamento e em parques da cidade. Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins Foto: Eu com o Jequitibá do Parque dos Três Picos.#orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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CONHEÇA OS RIOS DO BAIRRO DA FREGUESIAEscoadouro das águas vindas da serra limítrofe com o Engenho Novo de Jacarepaguá, o rio Porta D’Água era, no inicio do século, NAVEGÁVEL em todo o seu curso pela planície e contava, nos trechos mais altos, com diques e comportas que lhe valeram o nome. Reunia o curso dos rios Cigano, Olho d’Água e Fortaleza, nascidos na serra dos Três Rios e após atravessar a Freguesia, hoje sob a denominação de rio Sangrador, recebia as águas do córrego da Panela e dos rios São Francisco e Anil, indo desaguar na lagoa de Camorim.Como Porta D’Água ficou conhecida a área hoje compreendida entre o local em que se encontram a estrada Velha de Jacarepaguá, a rua Ituverava e a estrada de Uruçanga, até a praça Professor Camisão e a esquina da estrada dos Três Rios com a avenida Geremário Dantas. Entende agora por que quando chove estas ruas enchem?Nos dias atuais temos o rio Sangrador, o rio Quitite e o rio Papagaio.https://youtu.be/ju4ER6mqvlcAmaf Amafreguesia #carpediemturismo, #carpediem, #RiodeJaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj, #atalves #freguesia #turismorj #turismo See MoreSee Less
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HISTÓRIA DAS ENCHENTES DO RIO DE JANEIRODesde a sua fundação, o crescimento da cidade do Rio de Janeiro foi determinado pelas inúmeras e intensas intervenções do homem no ambiente natural. Nesse processo, foram feitos vários aterros de lagoas e de porções litorâneas, mudanças na rede de drenagem e o desmatamento de encostas e sua ocupação. Considerando essas intervenções, associadas ao relevo – planícies em contato direto com maciços costeiros – e ao clima em que a cidade está inserida – com chuvas intensas e/ou de elevada altura, o Rio de Janeiro tem a ocorrência de enchentes urbanas com grande frequência, principalmente nos meses de verão. A ocupação de encostas pelas favelas e a retirada de sua cobertura vegetal acabaram por gerar áreas de risco de deslizamentos; também determinadas pela ocupação urbana, houve a retinilização dos cursos fluviais, o assoreamento dos canais e a ampliação da rede de drenagem pluvial e de abastecimento de água e esgoto nas encostas, que, num quadro conjunto e complexo, contribuem para as enchentes urbanas. Entende-se que esses fenômenos precisam ser analisados dentro de um quadro hidrogeomorfológico integrado. A condição climática sob a qual encontra-se a cidade do Rio de Janeiro caracteriza-se pelas altas temperaturas e valores expressivos de umidade e precipitação. A circulação atmosférica é dominada pela ação das massas de ar Tropical Atlântica e Polar e perturbações secundárias das frentes frias. Durante o verão, elas causam os maiores impactos, gerando chuvas intensas.CHUVA DE 1966 – A enxurrada de 10 de janeiro de 1966, foi noticiada como "o maior temporal de todos os tempos", matou cerca de 200 pessoas, provocou mais de mil desabamentos em vários bairros e deixou mais de 50 mil desalojados. A cidade do Rio de Janeiro ficou em estado de calamidade pública. No ano de 1966, sob cerca de 250 mm de chuva, os cariocas enfrentaram racionamento de gás, energia e água, esta última contaminada por esgotos que romperam os dutos coletores e transbordaram nos sistemas de drenagem de águas pluviais.CHUVA DE 1967 – Ainda sob os impactos do verão de 1966, as chuvas voltaram a castigar a cidade no verão seguinte, a cidade ainda não havia se recuperado do trauma de janeiro de 1966 quando, em 18 de fevereiro de 1967, sofreu um outro temporal arrasador. As chuvas causaram a morte de 116 pessoas. O caso mais grave aconteceu em Laranjeiras, uma pedra rolou da encosta e provocou o desabamento de três prédios na Rua General Glicério.CHUVA DE 1988 – Neste ano o episodio de desastres e destruições foram mais do mesmo, as chuvas têm sido sinônimo de morte. Aconteceram soterramentos por deslizamentos, desabamentos e casas e pessoas levadas pelas águas, deixando pessoas sem terem onde morar e mais uma vez se buscando culpados. Neste ano, 134 pessoas morreram. Em nove horas de chuvas torrenciais e interruptas, a cidade do Rio de Janeiro naufragou, desabamentos devastaram morro após morro e no, episódio mais cruel de todos, metade de um hospital para pacientes em estado terminal veio a baixo, no bairro de Santa Tereza, deixando os cariocas ao longo do desse fim de semana atônicos com a ferocidade do desastre que se abateu ao seu redor.CHUVA DE 2010 – Neste ano, mais uma vez, foi marcado por três grandes tragédias provocadas pelas chuvas. Em janeiro, Angra dos Reis sofreu as consequências de uma ocupação desordenada dos morros. Três meses depois, Niterói contabilizou 47 mortos no Morro do Bumba e a região metropolitana do Rio ficou ilhada depois de uma tempestade e novamente as chuvas fizeram grandes estragos. O temporal deixou um saldo de 180 mortes, a maioria soterrada por deslizamentos de terra. Do total de vítimas, mais de 100 pessoas feridas, segundo o Centro de Operações do Corpo de Bombeiros. O município de Niterói foi um dos mais afetados e contabilizou 48 mortos. Este temporal foi, segundo o Prefeito Eduardo Paes, o maior desde 1966. Naquele ano o índice pluviométrico atingiu 245 mm, enquanto que nas chuvas de abril de 2010 o nível chegou a 288 mm (Fonte: oglobo.globo.com).CHUVA DE 2011 – segundo o Inmeta a chuva em Nova Friburgo foi a maior da história da cidade e talvez a maior tragédia climática da história do Brasil. A chuva ocorreu na madrugada do dia 11 para o dia 12 de Janeiro de 2011. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil, 247 pessoas morreram em Nova Friburgo, 237 em Teresópolis, 43 em Petrópolis e 16 em Sumidouro. Também houve registro de quatro mortes em São José do Vale do Rio Preto. Ainda conforme o balanço, Petrópolis teve 3.600 pessoas desalojadas – temporariamente na casa de amigos ou parentes – e 2.000 desabrigados – perderam as casas e dependem de abrigos públicos. Em Teresópolis, foram 960 desalojados e 1.280 desabrigados. Nova Friburgo foram 3.220 desalojados e 1.970 desabrigados.O carioca precisa conhecer os locais da cidade que frequentemente enchem, porque escondem rios canalizados ou foram aterrados. Precisa estar alerta a previsão do tempo e em caso de chuva forte, manter-se em local alto e seguro até a chuva passar. As encostas deveriam manter sua vegetação e não deveriam ser construídas habitações nela. See MoreSee Less
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OS RIO DO RIO DE JANEIROUma cidade que tem "rio" em seu nome, deveria cuidar melhor dos seus. Você conhece os rios que passam no seu bairro? E na sua cidade? See MoreSee Less
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OS RIOS DA CIDADE DO RIO DE JANEIROConheça os rios do seu bairro. Quantos foram canalizados, desviados,… e entenda porquê algumas ruas como a Jardim Botânico, sempre vão inundar. See MoreSee Less
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PAINEIRA – série ÁRVORES DO RIOChorisia speciosaEsta árvore tem muitas qualidades ornamentais: tronco imponente e espinhoso quando jovem, folhas de um verde brilhante, flores grandes e rosadas. Dos frutos saem painas parecidas com flocos de algodão. As paineiras são usadas na arborização de praças, parques, pequenos e grandes canteiros e na recuperação de áreas degradadas.No Rio de Janeiro, no coração da Floresta da Tijuca temos a Estrada das Paineiras e o Mirante das Paineiras.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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A ESTRADA REAL DE SANTA CRUZCaminho Imperial, também chamado Caminho dos Jesuítas, Caminho das Minas, Estrada Real de Santa Cruz ou Estrada Imperial de Santa Cruz, foi uma via que unia a cidade do Rio de Janeiro ao sertão, passando pela Fazenda dos Jesuítas, ao longo da então Capitania do Rio de Janeiro, nos séculos XVII e XVIII. Fazia parte da Estrada Real, que ligava o Rio de Janeiro às Minas Gerais, por onde passava o ouro a caminho da metrópole portuguesa.Atualmente o nome Estrada Real desapareceu da nomenclatura oficial, mas a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, com o apoio de várias universidades da Zona Oeste, tem procurado resgatar uma parte dessa memória esquecida da história do Brasil, mediante a instalação de uma sinalização indicadora do traçado do antigo Caminho Real e Imperial (vide fotos em anexo). Após a independência do Brasil (1822), transformando-se a cidade do Rio de Janeiro no Município da Corte, a via passou a ligar a Quinta da Boa Vista à Fazenda Imperial de Santa Cruz , dependências consideradas de veraneio da família imperial, sendo esta estrada usualmente percorrida pelo imperador e sua família. A via à época, era assinalada pelos Marcos Imperiais. Existia 12 Marcos Imperiais instados em 1826, para fixar a distância em léguas de cada trajeto (Eles distavam aproximadamente sete de léguas). A distância total do caminho era de 70 Km. Uma diligência diária fazia o transporte de passageiros entre a Fazenda de Santa Cruz e o Palácio de São Cristóvão numa viagem de mais de cinco horas. Atualmente apenas 5 desses marcos ainda existem: o marco 6, em Bangu; o marco 7 em Santíssimo, Marco 9 em Inhoaíba; marco 10 em paciência e o marco 11, em Santa Cruz (fotos).Iniciando-se no Largo da Cancela, no bairro de São Cristóvão, antigamente considerado a entrada terrestre da cidade, a estrada corresponde hoje a uma série de vias importantes:• Rua São Luís Gonzaga, • Avenida Dom Hélder Câmara (antiga Avenida Suburbana), • Avenida Ernani Cardoso• Estrada Intendente Magalhães• Avenida Marechal Fontenelle• Avenida Santa Cruz, • Rua Artur Rios• Avenida Cesário de Melo• Rua Felipe Cardoso. Diante do progresso urbano, os antigos marcos se confundem atualmente, na paisagem, com os balizadores e o caminho virou avenida, rua ou alguma construção. Mas não podemos apagar a Estrada Real de nossa memória histórica.Fotos retiradas da internet. See MoreSee Less
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PALMEIRA IMPERIAL- série ÁRVORES DO RIO Roystonea oelraceaAs sementes desta palmeira foram dadas de presente pelo oficial português Luis d’Abreu, em 1809 ao rei Dom João VI. Trata-se de uma palmeira nobre e majestosa que logo passou a ornamentar os jardins aristocráticos do Rio de Janeiro.Foi muito utilizada nos jardins de fazendas e residências mais abastadas.Na Rua Paissandu, no Flamengo, aberta por volta de 1864, as palmeiras ornamentavam o caminho entre a residência da Princesa Isabel, hoje Palácio Guanabara, e o mar.O conjunto preservado, integra o “Cadastro de Árvores Notáveis do Rio”, assim como os da Praia do Flamengo, Largo do Machado e Largo dos Leões, na Zona Sul; da Rua Quito, na Zona Norte e da Av. Santa Cruz, na zona Oeste.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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GUAPURUVU – série ÁRVORES DO RIOSchilzolobium paraybaEsta espécie ocorre na Mata Atlântica e é muito utilizada no paisagismo urbano.Destaca-se pelo crescimento rápido, tronco ereto e pela floração amarela que ocorre entre os meses de setembro e novembro. A madeira pouco resistente era utilizada pelos índios na confecção de canoas, utensílios e entalhes.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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24 de fevereiro de 1891: promulgada a Segunda Constituição do BrasilA elaboração da constituição brasileira de 1891 iniciou-se em 1889. Após um ano de negociações, a sua promulgação ocorreu em 24 de fevereiro de 1891. Esta constituição vigorou durante toda a República Velha e sofreu apenas uma alteração em 1926.No início de 1889 iniciaram-se as discussões para a elaboração da nova constituição, que seria a primeira constituição republicana e que vigoraria durante toda a Primeira República. Após um ano de negociações com os poderes que realmente comandavam o Brasil, a promulgação da constituição brasileira de 1891 aconteceu em 24 de fevereiro de 1891. Os principais autores da constituição da Primeira República foram Prudente de Morais e Ruy Barbosa.A constituição de 1891 foi fortemente inspirada na Constituição da República Argentina, na constituição dos Estados Unidos da América e na Constituição Federal da Suíça, fortemente descentralizadora dos poderes, dando grande autonomia aos municípios e às antigas províncias, que passaram a ser chamadas de "estados", cujos chefes do Poder Executivo eram os "presidentes de estado". Foi inspirada no modelo federalista estadunidense, permitindo que se organizassem de acordo com seus peculiares interesses, desde que não contradissessem a Constituição. Exemplo: a constituição do estado do Rio Grande do Sul permitia a reeleição do presidente do estado.Consagrou a existência de apenas três poderes independentes entre si, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.Fonte: Wikepedia@trinusrio, @atalves, #carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj, #atalves #freguesia See MoreSee Less
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PAU-BRASIL – série ÁRVORES DO RIOCaesalpinia echinataÁrvore que emprestou seu nome ao País e foi quase extinta pelos portugueses que dela extraíam corante para tingir tecidos e fabricar tintas de escrever. Embora restrita às áreas remanescentes de Mata Atlântica, a utilização da espécie na arborização urbana vem sendo incentivada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.De crescimento lento e floração restrita aos meses de setembro e outubro, produz sombra farta e já ornamenta ruas e praças de vários bairros.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves @trinusrio, @atalves, #carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj, #atalves #freguesia See MoreSee Less
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Segue abaixo post que fiz quando o incêndio do museu completou um ano:"RECORDAÇÕES DE UM MUSEUHoje está completando um ano do incêndio que destruiu o Museu Nacional na Quinta da Boa Vista. Infelizmente não poderei mais organizar um tour para este museu como antes. O Brasil e o mundo perderam uma parte expressiva dos registros que remontam a história da humanidade desde a Antiguidade. O museu era considerado um dos maiores acervos de antropologia e de história natural do país, com nada menos de 20 milhões de itens.Fundado por Dom João VI em 6 de agosto de 1818 (há 201 anos) sua coleção foi sendo aumentada com o passar dos anos, principalmente por D. Pedro II que muito contribuiu. Em suas viagens ele adquiria objetos, ele era um erudito, e possuía reputação como um vigoroso patrocinador do conhecimento, cultura e ciências. Ganhou o respeito e admiração de estudiosos como Graham Bell, Charles Darwin, Victor Hugo e Friedrich Nietzsche, e foi amigo de Richard Wagner, Louis Pasteur, Jean-Martin Charcot, Henry Wadsworth Longfellow, dentre outros. Também Dona Teresa Cristina sua esposa, com seu entusiasmo pelas artes e o incentivo às coleções de arqueologia, contribuiu com um legado significativo na história da sociedade brasileira e do acervo deste museu. Filha de Francisco I, rei das Duas Sicílias (Itália), e esposa de D. Pedro II aos 21 anos de idade, graças ao relacionamento de D.Teresa Cristina de Bourbon com instituições Italianas, trouxe para o Brasil importante acervo de Pompéia, por exemplo. É possível ver a relação detalhada do que foi doado e comprado pelo Brasil no livro lançado em pela EdUERJ em 2014, Teresa Cristina de Bourbon: uma imperatriz napolitana nos trópicos 1843-1889, de Aniello Angelo Avella.Isto, sem falar nos anos e mais anos de pesquisa, de coleta de campo de naturalistas. Ainda me lembro da vasta coleção de borboletas, besouros, aves e outros animais.Com a proclamação da República o acervo do museu foi colocado no Palácio de São Cristóvão. Este edifício por si só, já era uma preciosidade histórica, pois foi residência oficial da família Imperial, conhecido como o Paço Imperial da Quinta de São Cristóvão. Era em estilo Neoclássico, e suas dependências guardavam pinturas e primorosos trabalhos em estuque e madeira. A destruição do edifício e de sua mobília apaga uma parte da nossa história.(…)O Museu Nacional ficará para sempre na minha memória afetiva. Ainda me lembro quando menina, em passeio da escola, visitei este museu pela primeira vez. Meus olhos brilhavam a cada nova sala. E naquele labirinto de salas e exposições, mais que conhecimento, o gosto pelo saber me transformou para sempre. A minha curiosidade foi ali despertada. Ver o esqueleto de baleia e o fóssil de um dinossauro foi muito impactante para uma criança de sete anos. E a múmia egípcia? Uma emoção sem tamanho! Começava ali a minha paixão por museus e o meu amor pela História."Aquela visita me transformou na historiadora e na guia de turismo que sou hoje.(Foto: Eu na excursão, atrás da Profª. Margareth – 1978)@trinusrio, @atalves, #carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj, #atalves #freguesia See MoreSee Less
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QUARESMEIRA – série ÁRVORES DO RIOTibouchina granulosaEsta árvore nativa adapta-se bem ao meio urbano e por isso é muito utilizada na arborização de ruas. O nome popular vem da associação de ideias entre o período de floração, que coincide com a Quaresma (de fevereiro a abril), e o roxo das flores, cor que simboliza a Semana Santa.Temos estas lindas árvores plantadas na Geremário Dantas na altura da Freguesia, próximo ao Posto Ipiranga.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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SAPUCAIA – série ÁRVORES DO RIOLecythis pisonisTambém conhecida como “Cumbuca”, a sapucaia é hoje um exemplar raro da Mata Atlântica. Típica na faixa litorônea que vai do Estado do Rio de Janeiro ao Ceará, seu fruto é muito apreciado pelos macacos. As folhas assumem tom rosado na primavera, coloração esta que conquistou Dom João VI.Encantando, o Rei mandou plantá-las na alameda que levava à residência real, na Quinta da Boa Vista. Hoje é conhecida como a Alameda das Sapucaias (vide foto).Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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O Rio de Janeiro possui muitas cidades dentro de uma só! O Rio é plural. See MoreSee Less
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O Rio tem paisagens encantadoras, e passear pelos bairros faz parte desse amor que sentimos pela cidade.Busque lugares ao ar livre e não se esqueça de usar máscara e manter o distanciamento social. Agir com responsabilidade é abrir espaço para superarmos a pandemia. #AbraEspaço #PrefeituraRIO21 See MoreSee Less
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Fica a dica !Flora do Brasil 2020 – Assista à apresentação!Ao vivo, dia 23 de fevereiro de 2021, às 10h, no canal do Jardim Botânico do Rio de Janeiro no YouTubewww.youtube.com/jardimbotânicodoriodejaneiro#FloradoBrasil #projetoreflora #botanica #JBRJ #jardimbotanicorj See MoreSee Less
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PAU-FERRO – série ÁRVORES DO RIOCaesalpinia ferreaConsiderada o “ébano” brasileiro pela resistência da madeira, esta “parenta” do Pau-brasil e da Sibipiruna, floresce nos meses de novembro a fevereiro.Entretanto, sua característica mais marcante está no tronco, que apresenta tons e cores variando entre marfim, marrom, cinza e o verde.Em Jacarepaguá, temos a Estrada do Pau Ferro. Essa estrada cortava a antiga Fazenda do Engenho da Serra. No local havia abundância de paus-ferro, daí o seu nome. Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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ABRICÓ-DE-MACACO – série ÁRVORES DO RIOCouropita guianensisTípica da região amazônica, esta arvore pode ultrapassar os 15 metros de altura e foi mais utilizada na ornamentação de parque e praças, à exceção a Rua Visconde de Caravelas, em Botafogo. Produz enormes frutos redondos de até 3 Kg.As flores também bastante grandes, tem pétalas carnudas, mas de cheiro duvidoso. De galhos curtos, flores e frutos brotam juntinho ao caule, ao longo de todo o ano, especialmente de setembro a março.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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Carnaval no Rio de Janeiro (1969) See MoreSee Less
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🌱Já conhece o Jardim Botânico?Se você não conhece, não perca mais tempo, venha apreciar um dos melhores lugares do Rio de Janeiro. Se você já conhece, aproveite nossos passeios com os carrinhos elétricos. Uma ótima oportunidade para você e sua família curtirem um dia de muito aprendizado e lazer. Nossos guias estão preparados para te receber aqui! Vem nos visitar? Não esqueça de agendar pelo link da bio (http://agendamentovisita.jbrj.gov.br)Os serviços serão oferecidos a todo público através do nosso Centro de Visitantes (telefone – (21) 3874-1808/ 3874-1214) e contarão com guias trilingües.😍🌴#Jardim #jardimbotânico #RiodeJaneiro #Rio @mmeioambiente #MMA #nature #Jardín See MoreSee Less
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ALGODOEIRO DA PRAIA – série ÁRVORES DO RIOHibiscus tiliaceusAlém das flores que, ao caírem formam belo tapete amarelo, esta arvore originaria das Ilhas do Pacífico. Possui galhos retorcidos e copas baixas. Um irresistível convite a brincadeira e à imaginação de crianças e adultos de todas as idades. Sua floração é de novembro a janeiro.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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IPÊS – série ÁRVORES DO RIOTabebuia sppSão arvores nativas da Mata Atlântica, de tornco ereto e crescimento rápido, de floração intensa e grande beleza. Os ipês roxo, amarelo e branco são os preferidos para a arborização de ruas e praças devido ao colorido vivo e o belo efeito paisagístico produzido pelas flores. Floração: Ipês Branco e Roxo – agosto a setembro; Ipê amarelo – agosto a novembro; Ipê Rosa – setembro a novembro P.S.: Minha árvore favorita!! Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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FLAMBOYANT – série ÁRVORES DO RIODelonix regiaFrondosa e resistente, esta espécie africana proporciona sombra farta e fresca. Atinge entre 12 à 15 metros de altura. Embora o período de floração seja longo – de outubro a março – as cores fortes como laranja e vermelho fazem desta arvore uma legítima representante do verão carioca.A espécie precisa de grandes espaços e não é indicada para plantio em área urbana. Assim como as amendoeiras e as figueiras, possui raízes vigorosas que podem danificar calçadas e tubulações. Não é indicada para acompanhamento viário, mas sim para colocação em parques, praças e canteiros centrais.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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FIGUEIRAS – série ÁRVORES DO RIOFicusSão árvores frondosas originárias da Índia, de raízes vigorosas e crescimento rápido. Os tipos mais conhecidos são a Figueira Elástica, a Religiosa, a Microcarpa e a Benjamina.A Ficus religiosa e a micro-carpa, foram muito utilizadas pelo paisagista francês GLAZIOU (1873), e estão presentes nos parques históricos e ruas antigas da Cidade, como o Passeio Público, o Campo de Santana, Rua Santa Luzia, no Centro e na Quinta da Boa-vista em São Cristóvão.Estas árvores, bem como o conjunto que ornamenta o canal da Av. Visconde de Albuquerque, no Leblon, fazem parte do “Cadastro de Árvores Notáveis do Rio” e encontram-se preservadas por seu valor histórico e paisagístico.Assim como a Amendoeira, seu plantio está proibido desde 2007 pois ela destrue as calçadas.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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MUNGUBA – série ÁRVORES DO RIOPachira aquaticSempre muito verde e oferecendo excelente sombra, esta árvore ocorre na região amazônica, sendo muito aproveitada na arborização das cidades de todo o Brasil. Adapta-se com facilidade, cresce e produz flores grandes, porém discretas, geralmente entre os meses de setembro a novembro.Seus frutos são comestíveis, sendo também conhecida como "Falso-cacau". Muito disputada pela fauna. Pode alcançar até 18 metros de altura.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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SIBIPIRUNA – série ÁRVORES DO RIOCaesalpinia peltophoroidesEsta árvore nativa do Brasil é muito parecida com o pau-brasil, proporciona uma sombra bastante agradável. Pode chegar a medir 28 metros de altura, mas em média fica entre 6 e 18 metros. Entre agosto e dezembro emite botões florais de amarelo intenso que contrastam com o verde-escuro de suas folhas, formando um conjunto de notável beleza.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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História da construção dos túneis da cidade do Rio de Janeiro See MoreSee Less
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Parque da Penhasco no Leblon – um oásis no centro urbano. See MoreSee Less
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Está chegando o BioParque do Rio! Inauguração dia 22 de março próximo! See MoreSee Less
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BOM CARNAVAL Não tem sido fácil para o Turismo. Jamais imaginamos que teríamos um Carnaval cancelado. Triste ver esta avenida assim, vazia. Mas sabemos da importância do distanciamento físico neste momento. Falta pouco! Em 2022 comemoraremos em dobro! See MoreSee Less
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QUITANDINHANo dia 12 de fevereiro de 1944 era inaugurado este este lindo empreendimento em Petrópolis, que foi o maior hotel cassino da América do Sul.Este vídeo conta a história da construção, inauguração do hotel cassino do empresário mineiro Joaquim Rolla. Ele hoje pertence ao SESC. See MoreSee Less
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PATA DE VACA -série ÁRVORES DO RIOBauhinia blackenaNa China, seu país de origem, é conhecida como “árvore-de-orquídeas” pela semelhança das flores. No Brasil foi o formato das folhas, lembrando as patas de uma vaca, que deu nome popular a esta arvore.A espécie, de intensa floração, ornamenta e dá cor a muitas praças e ruas da cidade várias vezes ao ano.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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Video sobre a arte das calçadas no Rio de Janeiro. See MoreSee Less
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OITI – série ÁRVORES DO RIO Licania tomentosaEsta árvore de sombra bastante generosa compõe a paisagem de muitas praças e avenidas da Cidade.É muito resistente à poluição e foi a coloração de suas folhas verde-claras e escuras que levou o então prefeito Pereira Passos (1906) a escolhe-la para a arborizar as áreas recém reformadas da cidade. De floração quase imperceptível, seus frutos amadurecem entre os meses de janeiro e março e servem de alimentos a pássaros e morcegos.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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11 a 18 de fevereiro de 1922 – SEMANA DE ARTE MODERNAA Semana de Arte Moderna apresenta-se como a primeira manifestação coletiva pública na história cultural brasileira a favor de um espírito novo e moderno em oposição à cultura e à arte de teor conservador, predominantes no país desde o século XIX.Inserida nas festividades em comemoração ao Centenário da Independência do Brasil em 1922, entre os dias 13 e 17 de fevereiro, realiza-se no Teatro Municipal de São Paulo um festival que inclui exposição com cerca de 100 obras, aberta diariamente no saguão do teatro, e três sessões lítero-musicais noturnas.Sem programa estético definido, a Semana desempenha na história da arte brasileira muito mais uma etapa destrutiva de rejeição ao conservadorismo vigente na produção literária, musical e visual, do que um acontecimento construtivo de propostas e criação de novas linguagens. Se existe um elo entre seus tão diversos artífices, este se constitui, segundo seus dois ideólogos principais, Mário e Oswald de Andrade, como a negação de todo e qualquer "passadismo": a recusa à literatura e à arte importadas com os traços de uma civilização cada vez mais superada, no espaço e no tempo. Em geral, todos clamam em seus discursos por liberdade de expressão e pelo fim de regras na arte. Faz-se presente também um certo ideário futurista, que exige a deposição dos temas tradicionalistas em nome da sociedade da eletricidade, da máquina e da velocidade. See MoreSee Less
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CASSIA SIAMEA- série ÁRVORES DO RIO Senna siameaMuito utilizada na arborização carioca, esta árvore de crescimento rápido produz belas flores amarelas, entre os meses de janeiro e abril. Atinge entre 10 a 30 metros de altura. É originária da Tailândia.Não é mais utilizada em vias públicas por ter ramos frágeis suscetíveis à quebra em ventanias.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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AMENDOEIRA -série ÁRVORES DO RIO Terminalia catappaEspécie rústica, original da Índia e da Malásia, a amendoeira adapta-se com facilidade às áreas litorâneas e seus frutos servem de alimento aos pássaros e outros animais. Conhecida como “árvore das 7 copas” ou “chapéu-de-sol”, produz ampla e generosa sombra, motivo pelo qual foi muito utilizada na arborização de ruas próximas a praia. No outono, as folhas oferecem um espetáculo à parte, adquirindo diversas tonalidades de amarelo e vermelho. De rápido crescimento e raízes muito vigorosas, pode atingir até 35 metros de altura. Atualmente a espécie não é mais plantada em área urbana por causar danos a fiações aéreas, muros, calçadas e tubulações.O seu plantio, salvo em áreas preservadas, foi proibido a partir de 1994.Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalves See MoreSee Less
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A CIDADE VAIDOSA See MoreSee Less
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MONUMENTO A PEDRO ALVARES CABRAL O Monumento foi incluído na programação das festas comemorativas do quarto centenário do Descobrimento do Brasil, celebrada no ano de 1900.O monumento mede dez metros, com o pedestal hexagonal que é de granito com as esculturas representando além de Pedro Álvares Cabral, mais 2 figuras da história: o escrivão da frota, Pero Vaz de Caminha e Frei Henrique Soares de Coimbra, que celebrou a primeira missa em terras brasileiras, em atitude de oração. Numa das face do pedestal está gravado o seguinte: “A Associação do Quarto Centenário do Descobrimento do Brasil mandou erigir este Monumento “Biografia:PEDRO ÁLVARES CABRALNavegador português (Belmonte, 1467 ou 68 — Santarém, 1520 ou 26), foi nomeado, em 1499 pelo rei de Portugal D. Manoel I, comandante de uma armada (a segunda) que se dirigiria à Índia com o objetivo de estabelecer relações comerciais e diplomáticas, instalar um entreposto comercial e retornar com o máximo de mercadorias. No dia 22 de abril, avistou um Monte que denominou Monte Pascoal, e a Terra de Nova Cruz, posteriormente chamada de Brasil.PERO VAZ DE CAMINHAEscritor português (1450-1500), que se notabilizou como escrivão da armada de Pedro Álvares Cabral. Dele foi a carta considerada a “certidão de nascimento do Brasil”, embora, dado o segredo com que Portugal sempre envolveu relatos sobre sua descoberta, só fosse publicada no séc. XIX (em 1817).HENRIQUE SOARES DE COIMBRAFrade e bispo português (1465-1532), célebre missionário na Índia e na África, que viajou na frota de Cabral em 1500 dirigindo um grupo de religiosos destinados às missões do Oriente. Já em Calecute, após o descobrimento do Brasil e a viagem até a Índia, cinco dos oito religiosos foram mortos no reencontro com muçulmanos, tendo então, face o fracasso da sua missão, retornado a Portugal.Nome: Descobrimento do Brasil – À Pedro Àlvares Cabral, Pedro Vaz Caminha e Frei Henrique do CoimbraData de Inauguração: Mai/1900Autor: Rodolfo BernadelliFundição/Atelier: Barbediene ( em Paris)Localização: Largo da Glória – Glória – Rio de Janeiro – RJ See MoreSee Less
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ÁRVORES DO RIO – APRESENTAÇÃOAssim como o mar e a montanha, as árvores das ruas fazem parte da paisagem e da vida do carioca. Muitas são verdadeiras testemunhas da história e das inúmeras transformações da cidade e, por este motivo, são protegidas e consideradas pela Prefeitura do Rio como “Árvores Notáveis”.Outras fazem parte da memória afetiva de seus moradores, que tem no frescor de sua sombra e na beleza de suas folhas e flores mais uma vantagem para se viver na Cidade Maravilhosa.Nesta nova coleção de posts “Árvores do Rio” (são 18 posts), vamos falar sobre as espécies mais encontradas nas suas ruas e praças, acompanhadas de algumas informações para que você possa reconhecê-las. Nem todas são genuinamente brasileiras (nativas), mas estão há tanto tempo entre nós, que podemos considerá-las, também, cariocas!Fonte: Árvores do Rio – Guia Prático para conhecer as espécies tradicionais da Cidade – Prefeitura do Rio de Janeiro – Parques e Jardins #orioplantaeucuido #sourio #amorio #parquesejardins #jardimbotanicodorio #atalvesFoto: Pau-brasil See MoreSee Less
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NASCIMENTO DE D. LEOPOLDINA – 22 DE JANEIRO DE 1797Hoje, há 224 anos, nascia D. Leopoldina. "Na manhã daquele domingo, 22 de janeiro de 1797, Viena jazia silenciosa, com suas ruas cobertas por uma grossa camada de neve, enquanto no Palácio de Hofburg, no centro da capital, aguardava-se o nascimento de mais um filho dos imperadores Francisco II do Sacro Império Romano Germânico, e de Maria Teresa das Duas Sicílias.A criança, uma gorducha menina, veio ao mundo às 7h30 da manhã e foi batizada no mesmo dia na antecâmara do próprio palácio, às 18h.Segundo relata o jornal Wiener Zeitung de 25 de janeiro de 1797:"A pequena arquiduquesa recebeu os nomes Leopoldina, Carolina, Josefa. Após a cerimônia se entoou o Te Deum, ao som dos tambores, enquanto os canhões, colocados sobre os muros de cinta da cidade, salvaram três vezes".Vale ressaltar aqui o nome do bebê e a ordem em que ele surge inicialmente: Leopoldina Carolina Josefa. Tanto no jornal de 25 de janeiro quanto no extrato da certidão de nascimento da arquiduquesa, feita em 1909, bem como no Protocolo das Funções Episcopais, p. 216, feito em latim pelo Cardeal Migazzi, encontram-se referências de que Leopoldina era, indubitavelmente, o primeiro nome escolhido e usado pela menina recém-nascida.O mundo em que a princesa nascera era um mundo que estava mudando rapidamente e isso refletiria na sua vida. Antes da Revolução Francesa e do advento de Napoleão Bonaparte, o seu destino teria sido o mesmo de centenas de outras arquiduquesas anteriores a ela: teria se casado na Europa e ajudado a estreitar os laços de sua nova pátria com a Áustria, mas o mundo havia mudado. Sem Napoleão não haveria a transferência da corte portuguesa para o Rio de Janeiro e nem a aventura transatlântica dessa mulher que acabaria, com a sua visão de estrategista, abraçado o Brasil como o seu país, os brasileiros como o seu povo, e a Independência como a sua causa." (Paulo Rezzutti) See MoreSee Less
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Vamos conhecer o Brasão do Rio de Janeiro? https://youtu.be/qI9fBEEShws See MoreSee Less
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FALECIMENTO DA RAINHA MARIA I – 20 DE JANEIRO DE 1816Em 20 de janeiro de 1816, d. Maria I, então com oitenta anos de idade,adoeceu. D. João, sempre muito carinhoso, não saiu do Paço da Cidadedurante toda a doença da mãe, indo repetidas vezes visitá-la. Ela lhe diziaque não desejava ver ninguém e que queriam matá-la, enquanto ele tentavaconvencê-la de que, no fundo, queriam mesmo era curá-la. Dois mesesdepois, em 20 de março, às onze horas da manhã, a rainha faleceu. D. João,quando a viu sem vida, pôs-se a chorar desconsoladamente, abraçado a seucorpo. Os soluços do príncipe comoveram a todos os presentes.106 Durante oenterro, seu rosto permaneceu banhado em lágrimas.O corpo da rainha foi vestido com uma túnica branca bordada de ouro eum manto real de veludo carmesim, bordado da mesma maneira. Ficouassim exposto à visitação por três dias, em uma sala mortuária no paço. Pelameia-noite de 23 para 24 de março, um cortejo fúnebre, que d. João, d.Pedro e d. Miguel seguiram com tochas nas mãos, depositou o cadáver darainha no convento de Nossa Senhora da Ajuda, junto ao de sua irmã, ainfanta d. Maria Ana, falecida três anos antes See MoreSee Less
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"O Turismo é uma universidade em que o aluno nunca se gradua, é um templo onde o suplicante cultua, mas nunca vislumbra a imagem de sua veneração, é uma viagem com destino sempre à frente, mas jamais atingido. Haverá sempre discípulos, sempre contempladores, sempre errantes aventureiros."(Lord Curzon 1859-1925, governador geral da Índia) See MoreSee Less
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DIA DO FICO – 9 DE JANEIRO DE 1822No Brasil, o Dia do Fico comemora o início da independência brasileira. Essa data ficou marcada pela decisão de D. Pedro I de ficar no Brasil, ao invés de retornar a Portugal. A ideia do parlamento português era fazer o Brasil voltar a ser colônia e exigiam o retorno imediato de D. Pedro I a Europa. Mas a presença do príncipe-regente aqui tomando as decisões o diminuía o poder da metrópole.Ter D. Pedro I em terras brasileiras trouxe uma maior liberdade ao Brasil como nação. Porém, ainda era considerado parte do Reino Unido de Portugal. Foi em 9 de janeiro de 1822, da janela do Paço Imperial na atual Praça XV (conte a sétima abertura do segundo piso do Paço Imperial, em sua lateral esquerda, e pronto, você terá identificado aquela que é a janela mais importante do país!). Foi ali que o príncipe-regente D.Pedro assegurou ao povo a própria permanência no Brasil, apesar da pressão por sua volta a Portugal.que o príncipe declarou: “Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto! Digam ao povo que fico”.Abaixo famoso quadro de Debret que retrata a Aclamação de Dom Pedro I, Imperador do Brasil, no Campo de Sant’Ana, Rio de Janeiro. See MoreSee Less
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SELO TURISMO RESPONSÁVELAinda não retornamos aos passeios. Mas estamos nos preparando para quando isto for possível, para que seja com segurança. Enquanto isso, muito estudo, leitura, pesquisa e criação de novos roteiros! Em breve estaremos juntos de novo. See MoreSee Less
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CIDADE DE SÃO JOÃO MARCOSConheci a história desta ex-cidade enquanto estava na universidade. Cheguei a ir visitar o local com amigos da faculdade e ela ficava no Caminho Estrada Real. Hoje a área foi transformada em "Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos". É preciso que as pessoas conheçam esta história. Foi a primeira cidade colonial tombada. E em nome do "progresso" ela foi des-tombada e foi inteiramente demolida. Um exemplo de como tratamos a nossa memória. A população da cidade sofreu com a perda da identidade, da referencia do seu local de origem. Um caso para ser divulgado e para levar a reflexão. Assista ao vídeo e conheça esta história.https://youtu.be/jKGLq8nM8Hc See MoreSee Less
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A CIDADE VAIDOSAA cidade do Rio de Janeiro sofreu grandes mudanças urbanísticas conforme foi sendo palco de importantes eventos históricos ou culturais. A cidade vaidosa sempre se embelezou mais, para mostrar-se ao mundo.Quando da vinda da família real precisou adaptar-se as pressas e transformar-se na capital do Império ultramarino Português. Após a Proclamação da República, no início do séc. XX, precisava mostrar-se uma cidade moderna, iluminada e que domava o seu relevo. Deixando para trás a estigma de cidade pantanosa, virulenta e pestilenta. Alguns exemplos de transformação:– Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil , deu origem ao aterro que formou o bairro da Urca;– A visita do rei Alberto I da Bélgica e sua esposa Elizabeth ao Brasil, em outubro de 1920, foi a primeira realizada por uma monarca europeu à América do Sul e teve a inauguração da Avenida Niemyer.– A Copa do Mundo de 50, neste ano foi construído o Estádio do Maracanã e feitas alterações do seu redor.– O Congresso Eucarístico Internacional em 1955 deu início ao aterro próxima ao aeroporto Santos Dumont, área esta que após ter mais áreas acrescentadas viria a ser o Aterro ou Parque do Flamengo… Neste vídeo vamos ver os principais eventos que marcaram a história da cidade do Rio de Janeiro. See MoreSee Less
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HISTÓRIA DAS ENCHENTES DO RIO DE JANEIRODesde a sua fundação, o crescimento da cidade do Rio de Janeiro foi determinado pelas inúmeras e intensas intervenções do homem no ambiente natural. Nesse processo, foram feitos vários aterros de lagoas e de porções litorâneas, mudanças na rede de drenagem e o desmatamento de encostas e sua ocupação. Considerando essas intervenções, associadas ao relevo – planícies em contato direto com maciços costeiros – e ao clima em que a cidade está inserida – com chuvas intensas e/ou de elevada altura, o Rio de Janeiro tem a ocorrência de enchentes urbanas com grande frequência, principalmente nos meses de verão. A ocupação de encostas pelas favelas e a retirada de sua cobertura vegetal acabaram por gerar áreas de risco de deslizamentos; também determinadas pela ocupação urbana, houve a retinilização dos cursos fluviais, o assoreamento dos canais e a ampliação da rede de drenagem pluvial e de abastecimento de água e esgoto nas encostas, que, num quadro conjunto e complexo, contribuem para as enchentes urbanas. Entende-se que esses fenômenos precisam ser analisados dentro de um quadro hidrogeomorfológico integrado. A condição climática sob a qual encontra-se a cidade do Rio de Janeiro caracteriza-se pelas altas temperaturas e valores expressivos de umidade e precipitação. A circulação atmosférica é dominada pela ação das massas de ar Tropical Atlântica e Polar e perturbações secundárias das frentes frias. Durante o verão, elas causam os maiores impactos, gerando chuvas intensas.CHUVA DE 1966 – A enxurrada de 10 de janeiro de 1966, foi noticiada como "o maior temporal de todos os tempos", matou cerca de 200 pessoas, provocou mais de mil desabamentos em vários bairros e deixou mais de 50 mil desalojados. A cidade do Rio de Janeiro ficou em estado de calamidade pública. No ano de 1966, sob cerca de 250 mm de chuva, os cariocas enfrentaram racionamento de gás, energia e água, esta última contaminada por esgotos que romperam os dutos coletores e transbordaram nos sistemas de drenagem de águas pluviais.CHUVA DE 1967 – Ainda sob os impactos do verão de 1966, as chuvas voltaram a castigar a cidade no verão seguinte, a cidade ainda não havia se recuperado do trauma de janeiro de 1966 quando, em 18 de fevereiro de 1967, sofreu um outro temporal arrasador. As chuvas causaram a morte de 116 pessoas. O caso mais grave aconteceu em Laranjeiras, uma pedra rolou da encosta e provocou o desabamento de três prédios na Rua General Glicério.CHUVA DE 1988 – Neste ano o episodio de desastres e destruições foram mais do mesmo, as chuvas têm sido sinônimo de morte. Aconteceram soterramentos por deslizamentos, desabamentos e casas e pessoas levadas pelas águas, deixando pessoas sem terem onde morar e mais uma vez se buscando culpados. Neste ano, 134 pessoas morreram. Em nove horas de chuvas torrenciais e interruptas, a cidade do Rio de Janeiro naufragou, desabamentos devastaram morro após morro e no, episódio mais cruel de todos, metade de um hospital para pacientes em estado terminal veio a baixo, no bairro de Santa Tereza, deixando os cariocas ao longo do desse fim de semana atônicos com a ferocidade do desastre que se abateu ao seu redor.CHUVA DE 2010 – Neste ano, mais uma vez, foi marcado por três grandes tragédias provocadas pelas chuvas. Em janeiro, Angra dos Reis sofreu as consequências de uma ocupação desordenada dos morros. Três meses depois, Niterói contabilizou 47 mortos no Morro do Bumba e a região metropolitana do Rio ficou ilhada depois de uma tempestade e novamente as chuvas fizeram grandes estragos. O temporal deixou um saldo de 180 mortes, a maioria soterrada por deslizamentos de terra. Do total de vítimas, mais de 100 pessoas feridas, segundo o Centro de Operações do Corpo de Bombeiros. O município de Niterói foi um dos mais afetados e contabilizou 48 mortos. Este temporal foi, segundo o Prefeito Eduardo Paes, o maior desde 1966. Naquele ano o índice pluviométrico atingiu 245 mm, enquanto que nas chuvas de abril de 2010 o nível chegou a 288 mm (Fonte: oglobo.globo.com).CHUVA DE 2011 – segundo o Inmeta a chuva em Nova Friburgo foi a maior da história da cidade e talvez a maior tragédia climática da história do Brasil. A chuva ocorreu na madrugada do dia 11 para o dia 12 de Janeiro de 2011. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil, 247 pessoas morreram em Nova Friburgo, 237 em Teresópolis, 43 em Petrópolis e 16 em Sumidouro. Também houve registro de quatro mortes em São José do Vale do Rio Preto. Ainda conforme o balanço, Petrópolis teve 3.600 pessoas desalojadas – temporariamente na casa de amigos ou parentes – e 2.000 desabrigados – perderam as casas e dependem de abrigos públicos. Em Teresópolis, foram 960 desalojados e 1.280 desabrigados. Nova Friburgo foram 3.220 desalojados e 1.970 desabrigados.O carioca precisa conhecer os locais da cidade que frequentemente enchem, porque escondem rios canalizados ou foram aterrados. Precisa estar alerta a previsão do tempo e em caso de chuva forte, manter-se em local alto e seguro até a chuva passar. As encostas deveriam manter sua vegetação e não deveriam ser construídas habitações nela. See MoreSee Less
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BAIRROS DO RIO – PEDRA DE GUARATIBAGuaratiba é uma palavra originada do Tupi que significa local onde há muitas garças, esse nome foi dado pelos tupinambás. Ainda hoje vemos muitas garças pelos manguezais da região. Em 1579, Manoel Veloso Espinha recebeu junto com a esposa, Jerônima Cubas, uma sesmaria em Guaratiba. Jerônima era filha ilegítima de Brás Cubas, capitão-mor de São Vicente. Recebeu as terras em Guaratiba porque também havia lutado, em 1575, contra os tamoios e franceses que se refugiaram em Cabo Frio. Nomeado Oficial da Câmara em 1584, antes disso, como se vê, as famílias eram mesmo diminutas nessa época. A sesmaria compreendia cinquenta e dois quilômetros quadrados, entre os rios Guandu e Guaratiba, além de uma ilha todas as “águas entradas e saídas”. Com sua morte, seus dois filhos, Jerônimo e Manuel, herdaram a Freguesia de Guaratiba. Através de mútuo consentimento, Em 27 de abril de 1628, resolveram dividir entre eles as terras herdadas do pai, ficando Jerônimo com a parte do norte – Pedra de Guaratiba e Manoel com a parte Leste – Barra de Guaratiba, tendo o rio Piraquê como marco divisório.Jerônimo, já casado com Beatriz Álvares Gago, repassou, em 27 de julho de 1629, parte delas à Província Carmelita Fluminense (A congregação carmelita de posse religiosa das terras, fez construir diversas benfeitorias entre as quais, igreja, noviciato e um engenho). Em troca, eles teriam de pagar algumas dívidas acumuladas por eles, protegerem três enjeitados, rezarem missas pelos doadores e lhes darem sepultura na capela de Nossa Senhora do Desterro teve sua origem na partilha das terras da região de Barra de Guaratiba pelos herdeiros do seu primeiro donatário, o português Manoel Velloso Espinha. O homem Pré-histórico, deixou suas marcas aqui com os sambaquis. Um dos mais famosos é o Embratel, pesquisados pela Professora Lina Maria Kneip e sua equipe em 1980 – UFRJ, Situa-se dentro do CTEX.Num passado recente, Pedra de Guaratiba se destacou por ser grande produtora de pescado, sendo visitada por pessoas atraídas por seus restaurantes especializados em frutos do mar. Hoje, a atividade pesqueira declinou devido à grande poluição que vitima à baía. Se destacam no bairro a Igreja Nossa Senhora do Desterro, de 1626, sendo a quarta igreja mais antiga da cidade, construída à beira-mar e tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, a Igreja Nossa Senhora do Desterro, Igreja São Pedro, Colônia dos Pescadores, a Fundação Angelica Goulart, Praça do Rodo, Polo da Pedra, Abrigo Evangélico e Arena Cultural Abelardo Barbosa. See MoreSee Less
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BAIRROS DO RIO – PAQUETÁUma Ilha da Baía da Guanabara que é um bairro.A ilha foi descoberta em 1556 por André Thevet, cartógrafo de Villegagnon, durante a invasão francesa ao Rio de Janeiro. O nome dado pelos Tamoios, Paquetá vem de “Pac” (paca) e “eta” (muitas), significando “lugar de muitas pacas”. Outros dizem que pode significar muitas conchas, ou muitas pedras. Mas escritos de André Thevet narra a abundância na ilha do animal Pacarana, parente próximo da paca.No contexto da campanha para a expulsão definitiva dos franceses pelas forças portuguesas comandadas por Estácio de Sá e da fundação da cidade do Rio de Janeiro em 1565, nesse mesmo ano a ilha de Paquetá foi doada, sob a forma de duas sesmarias, a dois dos capitães portugueses: a parte norte da ilha, atual bairro do Campo, coube a Inácio de Bulhões, e a parte sul, atual bairro da Ponte, a Fernão Valdez.O século XVIIIA parte sul da ilha teve uma colonização mais acelerada em comparação com a parte norte, onde, em sua maior parte, se constituiu a Fazenda São Roque, dedicada à agricultura e à pecuária. Foi nas terras da São Roque que se ergueu, em 1697, a primeira capela da ilha, a Capela de São Roque, padroeiro de Paquetá.Posteriormente, em 1763, foi iniciada a primitiva Capela do Senhor Bom Jesus do Monte da Ilha de Paquetá com a condição de que se constituísse em uma Paróquia local. Em 1769, Paquetá foi desvinculada da Freguesia de Magé, o que deu lugar, além dos protestos eclesiásticos de Magé pelas suas perdas, a rivalidades na própria ilha para a escolha da Igreja Matriz, se a Capela de São Roque ou a do Bom Jesus. Em 1771, no entanto, esse ato foi anulado e Paquetá voltou a ser integrada a Magé.O século XIXNo contexto da presença da Família Real Portuguesa no Brasil, um alvará especial do príncipe-regente D. João criou a Freguesia do Senhor Bom Jesus do Monte.No Período Regencial, em 1833, por decreto regencial, a ilha de Paquetá tornou-se independente de Magé e passou a pertencer ao Município da Corte.O século XXEm 1903, os distritos da ilha de Paquetá e da ilha do Governador foram unidos no Distrito das Ilhas, incorporando as ilhas e ilhotas ao redor de ambas.Em 1961, o estado da Guanabara criou o Distrito Administrativo de Paquetá e, em 1975, com a fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, a ilha passou a pertencer à cidade do Rio de Janeiro.A ocupação da ilha adensou-se a partir das frequentes visitas de dom João VI, do estabelecimento de uma linha regular de barcas, a partir de 1838, e, principalmente, através da divulgação obtida através do romance A Moreninha, de Joaquim Manuel de Macedo, publicado em 1844, que se tornou um best-seller na corte, à época. Isso permitiu o aumento de visitantes, atraídos ainda pela devoção a São Roque, assumindo a ilha a feição de polo turístico que, gradualmente, se impôs, passando a ser a principal atividade da ilha, função que conserva até aos nossos dias.Atualmente, os visitantes contam, além das praias e pedras, com passeios de bicicleta e com as visitas ao solar que hospedou D. João, à casa de José Bonifácio de Andrada e Silva, e à Casa de Cultura, instalada em um prédio de estilo eclético, recém-reformado. See MoreSee Less
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BAIRROS DO RIO – PENHAA origem da Penha está relacionada a duas sesmarias da época de Estácio de Sá. Inhaúma, doada ao fidalgo e capitão da frota portuguesa Antônio da Costa, e Irajá, pertencente a Antônio de França. Na primeira, foi criada a Fazenda do Engenho da Pedra, depois chamada de Nossa Senhora de Bonsucesso, que se estendia pela área onde hoje se situam os bairros de Manguinhos, Bonsucesso, Ramos e Penha. Quanto à sesmaria de Irajá, ali foi instalada a Fazenda de Nossa Senhora da Ajuda, também chamada de Fazenda Grande da Penha. Em 1613, ambas as sesmarias foram cedidas ao capitão Baltazar Abreu Cardoso.Ao norte de seu território, a Penha tinha uma área de mangue, que era chamada pelos indígenas de "Mariangu", em referência a uma ave local. Ali surgiu o Porto de Maria Angu, que, ainda no período colonial, servia de atracadouro no transporte da produção agrícola local, predominantemente de cana-de-açúcar, para o centro do Rio. O povoamento se deu, de fato, apenas a partir de 1670, quando a construção da Igreja da Penha, iniciada em 1655, já permitia a frequência dos paroquianos. A mobilidade aumentou no fim do século XIX, graças à Estrada de Ferro do Norte – mais tarde, Leopoldina Railway –, que facilitou o acesso ao bairro. Um ramal ferroviário, vindo da Estrada de Ferro Rio D’Ouro, servia ao transporte dos rebanhos de gado bovino de Santa Cruz para o Matadouro da Penha. O empreendimento havia sido instalado por Custódio Nunes na antiga Fazenda Grande da Penha, em 1892, e, assim como outros das redondezas, serviu de atrativo para a fixação de moradia da mão de obra empregada.Durante a gestão do prefeito Pereira Passos (1902-1906), uma linha de barcas passou a fazer o trajeto entre a Penha e a Praça Quinze, com conexão para a Ilha do Governador. A área, também conhecida como Praia da Moreninha, passou por sucessivos aterros em meados do século XX, a ponto de fazer desaparecer a Ilha do Anel e a Ilha CompridaBem próximo à Igreja da Penha, o Curtume Carioca, inaugurado em 1924, se transformou na maior indústria de couro das Américas, até fechar as portas, após quase oito décadas de atividade. A entrada até o prédio suntuoso, em estilo art nouveau, era ligada à estação ferroviária por um caminho bem cuidado e muito arborizado. Com a implantação do serviço de bondes elétricos, que facilitou a integração com o restante da cidade, em 22 de julho de 1919 o bairro da Penha foi emancipado da Freguesia de Irajá pelo Decreto nº 1.376.Na atualidade, a área do antigo matadouro é ocupada pelo Conjunto do IAPI, com 44 blocos construídos na Era Vargas. A ideia visava garantir moradia para os segurados do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários, uma vez que, antes da unificação da previdência, decretada em 1º de janeiro de 1967, os órgãos de classe administravam seus recursos de maneira independente.Devoção de longa dataExiste uma boa chance de que a Festa da Penha seja uma das mais antigas do calendário religioso do país. Nos meses de outubro e novembro, já na praça aos pés da subida – que pode ser vencida encarando os 382 degraus ou, então, pelo plano inclinado, inaugurado em junho de 2012 –, há dezenas de barraquinhas enfeitadas e muita comida. A escadaria, que eleva o visitante a 111 metros de altura, foi toda talhada em pedra, à mão, por mão de obra escrava, no período entre 1818 e 1819.O Santuário Mariano de Nossa Senhora da Penha de França, nome oficial do templo que se destaca na paisagem, é um dos mais belos cartões-postais do Rio e tem uma igreja história não menos bonita. Por volta de 1635, o já citado capitão Baltazar Abreu Cardoso foi atacado por uma cobra e recorreu a uma prece a Nossa Senhora no seu pedido de socorro.Em agradecimento pela graça alcançada, mandou construir uma capelinha no alto de uma grande pedra, de onde não apenas podia avistar toda a extensão de suas plantações, mas também renovar sua gratidão à protetora. Logo, outras pessoas que observavam, a distância, o hábito daquele senhor, resolveram imitá-lo. E, assim, surgiu na comunidade a tradição de subir a Grande Penha – palavra que significa pedra – para rezar.Quando morreu, o capitão Baltazar deixou a totalidade dos seus bens para o santuário. Assim, em 1728, com a popularização da festa dedicada à padroeira, foi criada a Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Penha, que demoliu a primeira capela para a substituição por uma igreja com uma única torre e dois pequenos sinos. Em 1870, mais uma vez a construção foi remodelada e ampliada.Trinta anos mais tarde, a Igreja da Penha recebeu duas novas torres e, em 1925, um carrilhão com 25 sinos portugueses, comprados na Exposição do Centenário da Independência do Brasil, em 1922. Pelo seu valor histórico e cultural, a Igreja da Penha foi tombada por meio do Decreto Municipal nº 9.413, em junho de 1990.Fonte: MultiRio – multirio.rio.rj.gov.brInstagram: https://www.instagram.com/carpe_diem_turismoWeb site: www.carpediemturismo.com.br E-mail: contato@carpediemturismo.com.br#carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj@carpe_diem_turismo, @atalves See MoreSee Less
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BAIRROS DO RIO – PIEDADENasceu no ponto onde hoje fica a Igreja de Nossa Senhora da Piedade. Do alto, é possível ter uma boa visão de como a região cresceu. Piedade começou a ser ocupada em meados do século XVIII. As terras que hoje formam o bairro situavam-se entre as freguesias de Nossa Senhora da Apresentação de Irajá e São Tiago de Inhaúma, e consistiam em uma sesmaria doada a Apolinário Pereira Cabral, em 1779. Naquele tempo, a maioria das áreas onde atualmente se localizam os subúrbios do Rio eram ocupadas por fazendas e engenhos de açúcar e de aguardente, subordinados às velhas paróquias. Nelas havia um intenso comércio desses e de outros produtos, cujo escoamento se dava através dos rios Pavuna e Meriti. Era um lugar muito procurado pelas classes abastadas e viajantes europeus, atraídos pelo seu clima saudável.A ocupação também se deu ao longo da Estrada Real de Santa Cruz, depois chamada Avenida Suburbana e, atualmente, Avenida Dom Hélder Câmara. Nessa área, desenvolveram-se grandes chácaras pertencentes às famílias Curvelo Cavalcanti e Antônio Botafogo. Mais tarde, essas chácaras foram subdivididas, dando origem às ruas do futuro bairro.Voltando no tempo, em 1873, foi implantada a Estrada de Ferro Dom Pedro II. Durante uma viagem, na época da expansão ferroviária em direção à zona norte da cidade do Rio, o imperador se deparou com uma região infestada de gambás e a batizou de Parada ou Estação “Gambá”. Há quem atribua a motivação do nome aos muitos embriagados (apelidados gambás), que perambulavam pelos botecos do local.De qualquer forma, pelo sentido pejorativo incorporado, Estação Gambá causava descontentamento entre os moradores, que queriam um outro nome para o bairro. Sobre a mudança para Piedade, alguns dizem que foi em homenagem à dona Maria de Piedade, mãe de Elisário Antônio dos Santos, o barão de Angra, que administrava a estrada de ferro na época da inauguração. Outros afirmam que, naquela época, havia o costume de dar às localidades o nome do santo padroeiro. Assim, Piedade teria sido em homenagem a Nossa Senhora da Piedade, protetora da região.A versão mais conhecida, porém, seria a de que os moradores se organizaram e enviaram uma carta ao diretor da Estrada de Ferro Central do Brasil, pedindo a troca do nome. A carta dizia: “Por piedade, doutor, troque o nome da nossa estaçãozinha…”. O pedido teria surtido efeito: “Minha senhora, será feito. E o nome do bairro será Piedade”, daí originando-se o nome da atual estação e do próprio bairro.No início do século XX, a região do bairro de Piedade tinha uma característica essencialmente rural, com pequenos sítios e lotes de terra, mas já apresentava um significativo progresso. Prédios foram construídos e a fisionomia urbana começou a substituir as características da antiga sociedade agrária escravista.Buscando interligar regiões fora do centro urbano da cidade, o então prefeito Pereira Passos criou estradas de ligação entre os bairros de Piedade e Quintino – conhecido como Cupertino –, assim como fez entre Engenho Novo e Méier e entre Méier e Engenho de Dentro. A presença da estação de trem em Piedade reforçou a movimentação de trabalhadores em direção ao subúrbio.A sociedade do bairro, formada originalmente por colonos portugueses, incorporou ao longo de sua história migrantes de várias regiões do país. Assim, o quadro de moradores abrangia desde grandes proprietários de terras, comerciantes, industriais, funcionários públicos e operários até grupos menos beneficiados economicamente, que viviam de pequenos serviços ou biscates. As residências alternavam-se entre antigos casarões, semelhantes às quintas lusitanas, as modestas casas da maioria da população e os casebres insalubres, erguidos nos morros que circundavam o bairro.DESTAQUES E CURIOSIDADES: Piedade e Encantado foram os primeiros bairros do subúrbio carioca a ter energia elétrica, em 1905. No decorrer dos anos, o progresso da região se deu principalmente pela existência da fábrica UNIÃO de refino de açúcar (desde 1927) e pela criação da primeira universidade do subúrbio carioca, a Universidade Gama Filho (antigo Colégio Piedade), fundada em 1939 pelo ministro Luiz Gama Filho.O embrião da universidade foi o Gymnásio Piedade, escola inaugurada em março de 1924, cujo principal fundador chamava-se Manoel Lopes Vilar. Quinze anos depois, a escola foi vendida a Luiz Gama Filho, que, desde aquela época, já manifestava o desejo de criar uma universidade no subúrbio. Em 1943, o Gymnásio passou a ser chamado Colégio Piedade, depois Colégio Gama Filho, no ano de 2000. Em janeiro de 1951, nascia a Faculdade de Ciências Jurídicas do Rio de Janeiro, por iniciativa de Gama Filho, e Piedade tornou-se o primeiro bairro do subúrbio carioca a oferecer ensino superior à comunidade. A primeira turma, com mais de cem alunos, prenunciava o surgimento de outros cursos. Para atender às necessidades do ensino e também prestar serviços à população, foi criado o Hospital Universitário Gama Filho e a Unidade de Pacientes Externos Paulina Gama, integrada à Escola Médica, e que daria origem ao Hospital da Piedade.Destaque também para o tradicional River Futebol Clube também uma referência no bairro. Foi o primeiro clube em que o jogador de futebol Zico jogou e ganhou visibilidade, naquela época ainda no futebol de salão. “Descoberto” depois de uma bela atuação, em que fez dez dos catorze gols que deram a vitória ao time da Piedade, Zico transferiu-se para o Flamengo, onde passou a atuar no futebol de campo. Hoje, O River está mais voltado para a programação social.Em toda sua história, o acontecimento mais emblemático do bairro certamente foi "Tragédia da Piedade" ocorrida em 15 de agosto de 1909, crime passional que envolveu o escritor Euclides da Cunha, autor de Os Sertões, assassinado pelo amante de sua esposa, o militar Dilermando de Assis, em sua residência na Estrada Real de Santa Cruz (atual Avenida Dom Hélder Câmara, mas ainda chamada de Suburbana).Fonte: Wikipedia e MultiRioInstagram: https://www.instagram.com/carpe_diem_turismoWeb site: www.carpediemturismo.com.br E-mail: contato@carpediemturismo.com.br#carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj@carpe_diem_turismo, @atalves See MoreSee Less
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BAIRROS DO RIO – PILARESEm 1873, as fazendas da região pertenciam a Francisca Carolina de Mendonça Zieze e a seu genro Gaspar Augusto Nascente Zieze. Eles doaram o terreno no qual a Irmandade de São Benedito dos Pilares levantaria a sua capela, remodelada mais tarde pelo Padre José Corrêa. Mas o nome Pilares tem duas versões: viria da Venda dos Pilares, devido aos adornos de pedra destacados na edificação, ou do largo do bairro, uma das paradas da Estrada Real de Santa Cruz (depois Avenida Suburbana e, hoje, Avenida Dom Hélder Câmara), onde havia pequenos pilares que serviam para amarrar cavalos, rodeando uma fonte d’água..No Largo de Pilares, como ainda é hoje denominado, havia o entroncamento de três vias muito importantes para o escoamento das mercadorias vindas de Minas Gerais, de São Paulo e do interior do município (como Jacarepaguá): eram a Estrada Real de Santa Cruz (atual Avenida Dom Hélder Câmara), Estrada da Praia de Inhaúma (hoje Rua Alvaro de Miranda) e Estrada Nova da Pavuna (Av. João Ribeiro), que ia até o porto da Pavuna. Esta estrada era um novo caminho para Pavuna, mas ia pelo interior, enquanto a Estrada Velha da Pavuna seguia mais perto da linha dos portos. Ainda hoje há marcos: na rua Otacílio Nunes há o Estabulo Santa Cecilia.Os rios Faria e Faleiro cortam o bairro, e, entre eles, surgiram os primeiros arruamentos: as ruas Francisca Zieze, Glaziou, Gaspar, Francisca Vidal, Jacinto Rebelo, Casimiro de Abreu, entre outras.Com a implantação da Estrada de Ferro Melhoramentos do Brasil, depois Linha Auxiliar, foi inaugurada, em 1898, a estação Cintra Vidal, em homenagem ao professor Cintra Vidal, dono do primeiro colégio de toda essa região. Atualmente, a estação recebe a denominação de Cintra Vidal-Pilares e integra a Supervia. Havia, mais adiante, a estação Terra Nova – que dava nome a um trecho do bairro de Pilares -, inaugurada em 1905 e desativada na década de 1970, com acesso pela rua Luis de Castro.Em 1965, no governo Carlos Lacerda, foi inaugurado o Viaduto Cristóvão Colombo sobre a linha auxiliar, próximo a Cintra Vidal, ligando Pilares a Inhaúma. Em 1997, com a inauguração da via expressa Linha Amarela em elevado sobre a rua José dos Reis, o bairro de Pilares passou a ter acesso direto à Avenida Brasil e à Barra da Tijuca.No carnaval, o bairro marca presença com a Escola de Samba GRES Caprichosos de Pilares, fundada em 1949.Fonte: WikipediaInstagram: https://www.instagram.com/carpe_diem_turismoWeb site: www.carpediemturismo.com.br E-mail: contato@carpediemturismo.com.br#carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj@carpe_diem_turismo, @atalves See MoreSee Less
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BAIRROS DO RIO – TIJUCAO nome Tijuca, de origem indígena, significa água podre, charco ou brejo. Referia-se às lagoas da atual Barra, depois passou para as montanhas, floresta e vertente oposta, correspondendo à antiga região do Andaraí Pequeno que, entre os séculos 19 e 20, transformou-se no atual bairro da Tijuca. Na década de 70, parte do Andaraí Grande foi incorporada a ele. Vamos conhecer um pouco mais da sua história:Logo após a vitória dos portugueses sobre os franceses no episódio da França Antártica, em 1565, a região do atual bairro da Tijuca foi ocupada pelos padres jesuítas, que nela, instalaram imensas fazendas dedicadas ao cultivo da cana-de-açúcar. Nessa época, foi construída uma capela dedicada a São Francisco Xavier que deu o nome à fazenda dos jesuítas mais próxima do Centro da cidade: a Fazenda de São Francisco Xavier. Em 1759, com a expulsão dos jesuítas do Brasil pelo Marquês de Pombal, as suas fazendas foram vendidas a centenas de novos sitiantes.A Igreja de São Francisco Xavier do Engenho Velho, é um marco histórico do bairro da Tijuca. A região passou a caracterizar-se pelas suas chácaras e, a partir do Século XX, passou a ser um bairro tipicamente urbano. Destaques do Bairro: 1- A Floresta da Tijuca (a terceira maior floresta urbana do mundo, plantada por determinação de dom Pedro II na segunda metade do século XIX pelo major Archer em terras de café desapropriadas, para combater a falta de água que se instalara na então capital do império. Trata-se de uma floresta secundária, uma vez que é fruto de replantio, compreendendo espécies que não são nativas da mata atlântica, a cobertura vegetal original.2 – Colégio Pedro II, que teve instalada a sua primeira unidade de externato na Tijuca em 1858; 3- Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro, fundado em 1880 como a então Escola Normal do Município da Corte, formando educadoras – as "normalistas"; 4- o Colégio Militar do Rio de Janeiro – a Casa de Tomás Coelho, formando gerações de cidadãos e líderes desde 1889; 5- Colégio Marista São José, fundado em 1902 pelos irmãos Maristas; bem como o Colégio Batista Shepard, fruto do idealismo de duas pessoas: Salomão Ginsburg e John Watson Shepard, em 5 de março de 1908;7 – a Tijuca sediou o America Football Club, principal clube de futebol do bairro fundado em 18 de setembro de 1904 e que conquistou sete Campeonatos Estaduais (em 1913, 1916, 1922, 1928, 1931, 1935 e 1960) além de uma Taça Guanabara em 1974, a primeira edição da Taça Rio em 1982 e a mais importante conquista de sua história, a Taça dos Campeões, também em 1982. 8- o Tijuca Tênis Clube fundado em 11 de junho de 19159- o Club Municipal, desde 1932, entre outros como o Montanha Clube fundado em 1949, a Associação Atlética Tijuca de 1943, o Clube Monte Sinai desde 1959, o Country Clube da Tijuca desde 1963, e oito clubes portugueses:Orfeão Português, Orfeão Portugal do Rio de Janeiro, Casa da Vila da Feira e Terras de Santa Maria, Casa de Trás os Montes e Alto Douro, Casa dos Açores, Casa do Porto, Casa dos Poveiros do Rio de Janeiro e Casa das Beiras.Há importantes construções históricas como a igreja de São Francisco Xavier – a primeira erguida na Tijuca, frequentada pelo Duque de Caxias e visitada pelo Papa Francisco em 2013; a Basílica de Santa Therezinha (1925), a primeira do Mundo consagrada à Santa; o Santuário Basílica de São Sebastião igreja de São Sebastião dos Capuchinhos erguido em 1931; as igrejas de Santo Afonso, e a dos Sagrados Corações. O palácio dos Bianca, uma vivenda majestosa construída na década de 1920 pela família espanhola Bianca, foi tombado pelo patrimônio histórico e convertida no Centro de Referência da Música Carioca da Prefeitura do Rio Arthur da Távola. A Casa Granado, com a filial da Tijuca inaugurada em 1917 é um tradicional estabelecimento de comércio farmacêutico fundado em 1870, e funciona até hoje na Praça Saenz Peña, Data de 1859 até 1866 o funcionamento pioneiro da primeira linha de transporte em veículos sobre trilhos no Rio de Janeiro, com tração animal, anterior ao bonde elétrico, ligando o Largo do Rocio (a atual Praça Tiradentes) a um local perto da Usina (hoje conhecido como Muda), cobrindo um trajeto de 7 km.Em 23 de agosto de 1985, o decreto 5.280 definiu os atuais limites do bairro.Fotos: Quadro de Rugendas de 1820 mostrando visitantes indo para a Tijuca seguindo uma caravana mercante; Metro na Praça Saens Peña ; Shopping Tijuca e palácio dos Bianca. See MoreSee Less
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BAIRROS DO RIO – PRAÇA SECAO general Salvador Correia de Sá e Benevides (1601-1688) lutou contra os holandeses em Angola, defendendo os interesses portugueses. Foi governador do Rio de Janeiro por três períodos (1637-1642, 1648-1649 e 1659-1660), levando desenvolvimento à região. Faleceu em Lisboa em 1688, deixando suas terras para o filho, Martim Correia de Sá e Benevides, que se tornou o primeiro Visconde de Asseca e Alcaide-Mór do Rio de Janeiro. Dessa linhagem nobre dos Assecas, o quarto Visconde (1698-1777) foi o responsável pelos primeiros vestígios de povoamento mais efetivos em torno da Praça Seca (corruptela de Praça Asseca, ou Praç’Asseca).Durante todo o século XX, desde a década de trinta até a de 80, a região da Praça Seca recebeu inúmeras famílias de imigrantes portugueses que ali se instalaram e desenvolveram o local.Considerada o marco inicial do desenvolvimento da região de Jacarepaguá, o bairro abrigava os principais cinemas da região : O cine Baroneza e o Ipiranga. Com os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, foi construída uma estação do BRT, que alterou sua configuração. See MoreSee Less
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BAIRROS DO RIO – QUINTINO BOCAIÚVAA abertura da Estrada de Ferro Dom Pedro II, depois Central do Brasil, deu ao local a Estação Cupertino (dono de grande pedreira fornecedora para construções na cidade), inaugurada em 1º de maio de 1876. O nome foi mudado em 1912 para Quintino Bocaiúva em homenagem ao parlamentar, jornalista e comandante civil da Proclamação da República, que morou numa chácara no bairro. Em 1912, já eletrificado, o bonde de Jacarepaguá serviu de cortejo fúnebre a Quintino. O senador, antes de morrer, pediu para ser sepultado no Cemitério de Jacarepaguá. O féretro veio do Centro do Rio pelo trem da Central até Cascadura, de onde o cortejo seguiu de bonde até o Pechincha.O bairro também é famoso por ter sido o local onde cresceu o jogador de futebol Zico, o "Galinho de Quintino".No bairro ocorre famosa festa em homenagem a São Jorge na Igreja de mesmo nome em 23 de abril.Fotos: Praça Quintino Bocaiúva; Estação de trem Quintino; Busto de Quintino Bocaiúva(vide descrição); foto da casa onde morou Quintino Bocaiúva; Igreja de São Jorge de Quintino.Descrição do Busto:Homenagem ao patrono e morador do bairro. Esta representado de acordo com uma pintura de seu retrato na escola do bairro. Data de Inauguração: Set/2012Autor: José BranquinhoFundição/Atelier: FEB- Fundição e Esculturas em BronzeBiografia:Quintino Antônio Ferreira de Sousa Bocaiúva, nasceu em 4 de dezembro de 1836 em Itaguai e morreu em 11 de junho de 1912 no Rio de Janeiro. Foi um jornalista e político, conhecido por sua atuação na Proclamação da República.Instagram: https://www.instagram.com/carpe_diem_turismoWeb site: www.carpediemturismo.com.br E-mail: contato@carpediemturismo.com.br#carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj@carpe_diem_turismo, @atalves See MoreSee Less
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TÚNEIS DO RIO DE JANEIROConfira lá no site os nossos novos posts, um sobre a historia dos túneis da cidade do Rio de Janeiro e outro sobre os eventos que marcaram a cidade. A cidade nunca teve problemas em apagar o seu passado para atingir o ideal de cidade moderna, cosmopolita, iluminada e que domava o seu relevo. Deixando para trás a estigma de cidade pantanosa, virulenta e pestilenta. http://carpediemturismo.com.br/historia-dos-tuneis-da-cidade-do-rio-de-janeiro/(abrir em uma nova aba)http://carpediemturismo.com.br/a-cidade-vaidosa/(abrir em uma nova aba) See MoreSee Less
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BAIRROS DO RIO – REALENGOHá várias versões para a origem do nome do bairro: uma delas explica que o nome origina-se da denominação da região no período imperial a qual era "terras realengas de Campo Grande", do português realenga que nomeava tudo que estava longe do poder real. No entanto, o fato é que seu nome é uma abreviatura (com aglutinação) do nome Real Engenho (um dos subúrbios da Estrada de Ferro Central do Brasil), pois este não cabia inteiro na placa no alto dos bondes, ficando assim abreviado na placa: Real Engº. Por esta razão, com o passar do tempo, as pessoas passaram a chamar este bonde de Realengo ( – "Vou tomar o Realengo"). Assim, com o tempo, o nome se consolidou como Realengo, assim escrito por aglutinação dos dois termos Real e Engenho, sendo o segundo abreviado: Real Engº.O bairro teve, como seus primeiros povoadores, escravos e emigrantes portugueses da ilha dos Açores, por ordem do príncipe regente Dom João, futuro Dom João VI. Ao chegarem, se dedicaram à agricultura, levando produtos como açúcar, rapadura, álcool e cachaça pelo porto de Guaratiba. Levando-se em conta a documentação oficial, considera-se que a oficialização e criação de Realengo ocorreram em 20 de novembro de 1815. Para essa data, foi criada a Semana de Realengo em 20 de dezembro de 2002, a fim de celebrar o bairro.Em 2 de outubro de 1878, era inaugurada a Estação de Realengo da Estrada de Ferro Central do Brasil. Entre ela e a Escola Militar, foi construído um hangar, já inexistente, onde foram construídos os primeiros dirigíveis brasileiros, dando início à aviação brasileira.Em 1898, foi construída a Fábrica de Cartuchos e Artifícios de Guerra do Exército, conhecida como Fábrica do Realengo de munição, desativada em 1978. Também foi inaugurada a Escola de Tática e Tiro do Exército, depois Escola Preparatória de Cadetes do Exército, que, depois viraria a Escola de Artilharia e Engenharia, depois Escola de Aplicação da Cavalaria e Infantaria, seguinte Escola de Aplicação de Artilharia e Engenharia, depois Escola Militar do Realengo. A Escola de Cavalaria e Infantaria seria extinta em 1911 com a transferência da Escola de Guerra de Porto Alegre para Realengo. A Escola Militar permaneceu em Realengo até transferirem-na para a Academia Militar das Agulhas Negras, no município fluminense de Resende.A partir da ocupação militar e industrial na região, ela perdeu o aspecto rural e bucólico. Começou, então, a ocupação efetiva dos seus espaços. A partir de 1969, os programas de assistência habitacional criaram diversos conjuntos habitacionais para a população, militares e operários, como por exemplo a Cohab.Depois de o bairro não sustentar mais grandes instituições militares, seu comércio retraiu bastante, já que ele era baseado no público militar. Embora ele também possuísse fábricas de colchões, de componentes de rádio e de vestuário, principalmente de calçados femininos, por causa de sua localização próxima da Fábrica de tecidos Bangu.O bairro ficou nacionalmente conhecido na canção "Aquele Abraço" de Gilberto Gil, onde aparece no verso: "Alô, Alô Realengo, aquele abraço." Isso remete ao tempo que Gilberto ficou detido nas prisões militares de Realengo na época da Ditadura Militar. A expressão "aquele abraço" foi, originalmente, usada como bordão de um programa de televisão pelo comediante Lilico e era desta forma que os soldados saudavam Gilberto Gil.Fonte:WikipediaFotos: Prédio da Escola Militar de Realengo; Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Realengo – 1910; Pedra do Osso no Parque Nacional da Pedra Branca.Instagram: https://www.instagram.com/carpe_diem_turismoWeb site: www.carpediemturismo.com.br E-mail: contato@carpediemturismo.com.br#carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj@carpe_diem_turismo, @atalves See MoreSee Less
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11 de dezembro de 1826 – Há 194 anos morria D. Leopoldina no Rio de Janeiro.Às 10 horas e um quarto da manhã de 11 de Dezembro de 1826, faleceu no Paço de São Cristóvão a imperatriz Dona Maria Leopoldina.Achava-se ausente Dom Pedro I que estava no Sul, na Guerra Cisplatina, para dirigir as operações.Durante os dias em que a Imperatriz passou doente o povo não cessava de dar provas do mais sincero interesse pelo seu restabelecimento.Nas vizinhanças do palácio da Boa Vista, sucediam-se diversos grupos de homens e senhoras ávidos de notícias. Os boletins, publicados duas vezes por dia pelos médicos do Paço, eram lidos com sofreguidão. Houve por vezes esperanças de restabelecimento. Desapareceram, como nuvens que passam, ao saber-se do fatal desenlace do dia 11.Durante os dias em que esteve doente, a população desta cidade assistiu consternada e triste a espetáculo nunca visto. Ao badalar incessante dos sinos de todas as igrejas, viam-se longos préstitos caminhando ao clarão de tocha e círios, e ao som plangente dos cânticos da liturgia católica. Eram as procissões de preces. Santos tirados de seus altares iam em visita de umas para outras igrejas. Nestes dias de ansiedade, imagens que nunca foram vistas em préstitos religiosos, apareciam pela primeira vez. Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora do Carmo da Ordem Terceira, Nossa Senhora do Bom Sucesso da Misericórdia, São José, São Francisco de Paula e tantos outros recebiam do povo súplicas em pleno ar livre.Em 27 de novembro o Barão de Mareschal¹ firmou um novo despacho a Viena no qual informava que “há três semanas Sua Majestade se encontra em um estado quase constante de sofrimentos […] não oferece, porém, nenhum perigo”. Segundo um novo relatório médico do barão de Inhomirim de 30 de novembro, o estado da imperatriz apresentava “novidades muito graves […] excitação cerebral e espasmos violentos, ansiedade, pulso fraco”. Nesse dia ela teve uma “excreção vaginal”. Na noite de 1 o para 2 de dezembro, “Sua Majestade se livrou de um feto de sexo masculino”. Na noite de 2 para 3 de dezembro, padeceu um novo espasmo, muito violento, segundo o boletim. No dia 4, pela manhã, de acordo com um novo despacho de Mareschal, “Sua Majestade se confessou e recebeu o Santo Sacramento com a tranquilidade de espírito e a piedade que distinguem tão eminentemente sua augusta família”. Na noite de 4 para 5 de dezembro, Leopoldina sofreu nada menos que “treze evacuações biliosas”. Segundo a citada carta de Mareschal a Niepperg, a “febre biliosa” teria sido “a causa, e não a consequência do aborto”. Essa febre degenerou no dia 6 em uma “febre nervosa”. Segundo a Crônica geral, as criadas que conseguiam passar pelo filtro estabelecido antes de chegar à cabeceira da imperatriz “só entravam ali quando levavam os filhos para ver a mãe, de manhã e à tarde”. Na manhã de “8 ou 9”, segundo um novo informe de Mareschal, depois de uma febre de doze horas, Leopoldina se despediu de sua prole. De acordo com uma versão, que se apoia em um documento cuja autenticidade não é aceita por todos os historiadores, a imperatriz ditou depois uma carta destinada a sua irmã Maria Luísa. De acordo com essa carta, Domitila não teria sido a única responsável pelo estado em que Leopoldina se encontrava. Embora se expressasse de forma um tanto sibilina, essa responsabilidade parecia recair também em “meu adorado Pedro [que] ultimamente acabou de me dar provas de seu total esquecimento a meu respeito, maltratando-me na presença daquela mesma que é causa de todas as minhas desgraças”. Sendo verdadeira essa carta, seria preciso especificar também o que a imperatriz entendia por “maus tratos”. Nesse suposto documento (do qual só existe cópia), a imperatriz dizia que “no estado a que me reduzi [vejo-me] obrigada a me servir de intérprete, a marquesa de Aguiar, de que bem conheces o zelo e o amor verdadeiro que tem por mim”, e pedia a sua irmã “não vingança, mas piedade e socorro e fraternal afeto a meus filhos inocentes […] que vão ficar órfãos em poder de si mesmos ou das pessoas que foram os autores de minha desgraça”. Independentemente de esse documento ser verdadeiro ou não, e das responsabilidades sobre a iminente morte de Leopoldina que dele derivariam, o certo é que em 10 de dezembro ela recebeu a extrema-unção pelas mãos do bispo do Rio, “apesar de já estar muito perturbada, e não consentia que ele se afastasse dela um só instante”. E ao amanhecer do dia seguinte restavam-lhe pouquíssimas horas de vida. Em uma carta enviada a Graham, o barão de Mareschal escreveria que a doença da imperatriz havia sido “curta e dolorosa. Não a perdi de vista durante todo o seu decorrer. Ela perdeu a esperança desde o início; tendo em conta sua idade, sua constituição e a fatal complicação da gravidez, fez-se o possível para salvá-la". E, em um despacho que redigiria, diria que a imperatriz havia “terminado seus sofrimentos, sem esforço […] suas feições de modo algum haviam se alterado". No final, como escreveria Mareschal no despacho que anunciaria o falecimento, dona Leopoldina “parecia ter adormecido pacificamente, na posição mais natural”. Morta a imperatriz, havia no ambiente do Rio de Janeiro um ar de tristeza e melancolia. Surgiam aqui e ali boatos sinistros. Dizia-se que a imperatriz havia sido envenenada. Uns esperavam com devoção os funerais e as exéquias que deviam ser suntuosas. Os apreciadores da Oratória sacra preparavam-se para ouvir o cônego Januário, frei Sampaio e Mont’Alverne. O Senado da Câmara ordenara luto rigoroso, três meses pesado e três aliviado. Ficaram suspensos os espetáculos.As costureiras não tinham mãos a medir. Os fabricantes de cera tiravam o ventre da miséria; muitos enriqueceram. Durante três dias consecutivos à morte da Imperatriz, foram ditas em todas as igrejas e capelas missas pagas à razão de três patacas, pela mordomia da Casa Imperial. Todos, pois, nesta metade do citado mês de Dezembro concentraram a atenção na infausta morte da princesa, falecida na flor da idade e deixando cinco órfãos privados das carícias maternas.Que a morte do Dona Maria Leopoldina foi considerada pública calamidade provam os jornais da época. Os escritores que se ocuparam desta triste ocorrência são unânimes em por em evidência a espontânea consternação do povo e o respeito e simpatia, que a todas as classes sociais merecem os despojos da imperatriz no longo trajeto entre o Paço da Boa Vista até à igreja do Convento da Ajuda (demolido). Durante o dia 11, como era da pragmática, salvaram de dez em dez minutos os navios de guerra e as fortalezas. Os sinos de todos os templos da cidade não cessaram de dobrar a finados. Às 6 horas da tarde os médicos ligaram (sic) o corpo da imperatriz. Vestido de grande gala foi o cadáver reposto no leito em que exalara o último suspiro, sobre uma riquíssima colcha da China, cor de pérola, e encostado em duas almofadas de seda verde e ouro.No dia 12, ao meio dia, teve lugar o beija-mão. Cumpriram este doloroso dever Dom Pedro, futuro imperador, e suas irmãs. Com vivas cores descreve o Diário as lágrimas e suspiros de Dona Maria da Glória, ante tão lancinante catástrofe. No dia 13, às 10 horas da noite, foi o corpo metido em um caixão de cedro, forrado de lhama branca e por fora de veludo preto com galão de ouro.Este caixão foi posto dentro de outro de chumbo e ambos em um terceiro forrado de seda branca e coberto de veludo com galões de ouro fino, tendo na parte superior uma cruz branca bordada a ouro. Dali foi o corpo levado para a sala do dossel e colocado sobre riquíssima peça, ladeada por vinte e dois tocheiros de prata. Alonga-se o Diário na descrição dos ornatos da câmara ardente, nas alcatifas de seda e ouro, no altar e no sólio destinado ao bispo. Ao amanhecer do dia 14, começou o clero secular e regular a celebrar missa em sete altares armados na varanda do Paço.Às 10 horas da manhã, entrou o bispo Dom José Caetano da Silva Coutinho, que havia administrado à imperatriz os últimos sacramentos. Começou o ofício de finados. Terminadas as matinas, o diocesano acompanhado de todo o Cabido celebrou missa de pontifical. Tiveram inicio as absolvições. Terminaram à uma hora da tarde.Das três horas da tarde até às 7, concorreram ao Paço as sete freguesias da cidade, as três ordens religiosas e as colegiadas da Misericórdia e São Pedro.Terminadas as cerimônias das encomendações, deu-se princípio ao desfile do fúnebre préstito.Pegaram no caixão até à porta do Palácio oito grandes do império, cujos nomes o Diário menciona. Às oito e meia punha-se em movimento a fúnebre procissão.Seria longo enumerar os nomes dos personagens, que segundo suas graduações tomaram, conforme a etiqueta, os competentes lugares. Ao grande coche, puxado por oito machos cobertos de gualdrapas pretas, seguia-se o coche de Estado, e atrás deste a Imperial Guarda de Honra. Precediam estes dois veículos, dois outros coches: um levava a coroa, e outro conduzia o cura da Capela Imperial.Dividiu-se a tropa em quatro brigadas de infantaria, uma de cavalaria e outra de artilharia.A primeira de infantaria era comandada pelo brigadeiro Lázaro José Gonçalves, a segunda pelo brigadeiro João da Costa Brito Sanches, a terceira pelo coronel Francisco das Chagas Catete, a quarta pelo coronel Luiz de l’Hosti. Da brigada de cavalaria era comandante o coronel João Agostinho Barbosa, e da de artilharia, o coronel Francisco de Paula Vasconcellos. Quanto à disposição da tropa, foi ela dividida de modo a serem dadas as salvas de 21 tiros, e as descargas, desde São Cristóvão ao Passeio Público.O imponente préstito seguiu do Paço da Boa Vista pela Rua de São Cristóvão, Mata Porcos, Catumbi, ruas do Conde, Lavradio, Mata-Cavalos (Riachuelo), das Mangueiras e do Passeio Público até a igreja do Convento da Ajuda.Em todos esses lugares era imensa a multidão do povo.Às 11 horas da noite chegou o séquito à porta do templo d’Ajuda, ora em demolição. Esperava no adro a Irmandade da Misericórdia. Estava a igreja armada com a maior suntuosidade. Notavam-se três pousos: o primeiro tinha um degrau e seis tocheiros, o segundo dois degraus e dez tocheiros e o terceiro, três degraus e doze tocheiros. Na capela-mor estava preparado o espaldar e dossel para o bispo e quadratura para o Cabido. Retirado do carro o féretro pelos Grandes do Império, foi aquele levado pelos irmãos da Misericórdia até o 1º pouso, onde entoavam cânticos os sacerdotes da Colegiada da Santa Casa; pelo peso do caixão não pôde ser ele levado como de praxe aos dois outros pousos. Junto, pois, ao primeiro ultimaram-se as cerimônias do ritual.Findas as cerimônias religiosas, o Marquês da Palma descobriu o caixão, dando o pano à Misericórdia. Em seguida, foi o féretro conduzido para o outro pouso junto à grade do coro eram, então, lavrados dois termos da entrega do cadáver, assignados pelos ministros, mordomo-mor, grandes do Império, Corpo Diplomático e pela abadessa do Convento d’Ajuda.Colocado o cadáver da imperatriz no sarcófago de jacarandá, que servira até 1821 para guardar os restos mortais da rainha Dona Maria Primeira, a 4ª brigada deu mais descargas, alternando com as salvas do parque de artilharia de posição.A estas se seguiram as salvas das fortalezas.Era mais de meia noite, quando findaram todas essas cerimônias. “Mas, diz o Diário Fluminense, o que não ousaremos jamais descrever é o sentimento profundo, que se desenhava nos rostos de todos, as sinceras lágrimas tributadas ao merecimento, quando finda a dependência e quando a lisonja servil não abre a porta ao interesse. Este é o prêmio que resta na terra, à virtude, enquanto na eternidade goza tranquila de paz inalterável e de uma glória perenal”. Dom Pedro I regressou do Sul e a 15 de Janeiro de 1827 chegava ao Rio de Janeiro. Recebendo o imperador no Rio Grande a notícia da morte da esposa, escreveu um soneto. Eis os versos:Deus eterno porque me arrebatasteA minha muito amada imperatriz?Tua divina vontade assim o quis?Sabe que o meu coração dilaceraste.Tu de certo contra mim te iraste;Eu não sei o motivo, nem que fiz,E c’o aquele direi, que sempre dizTu m’a deste, Senhor, tu m’a tiraste!Ela me amava c’o maior amor,E eu nela admirava a honestidade:Sinto. o meu coração quebrar de dor:O mundo não verá mais n’outra idadeModelo mais perfeito, nem melhorD’honra e candura, amor e caridade.1- 1 – O Barão de Mareschal era agente diplomático da Áustria no Rio de Janeiro.Fontes:CASSOTTI, Marsilio. A Biografia Íntima de Leopoldina Ed. Planeta e Jornal o Diário Fluminense de 1826.Imagem: Monumento e cortejo fúnebre da Imperatriz Leopoldina no Rio de Janeiro, por Jean Baptiste Debret.–><p>Achava-se ausente <a href="https://reficio.cloud/biografias/sisson-dom-pedro-i-imperador-do-brasil/">Dom Pedro I</a> que estava no Sul, foi pessoalmente a guerra da Cisplatina, dirigir as operações.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Durante os dias em que a Imperatriz passou doente opovo não cessava de dar provas do mais sincero interesse pelo seu restabelecimento.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Nas vizinhanças do palácio da Boa Vista,sucediam-se diversos grupos de homens e senhoras ávidos de notícias. Osboletins, publicados duas vezes por dia pelos médicos do Paço, eram lidos comsofreguidão. Houve por vezes esperanças de restabelecimento. Desapareceram,como nuvens que passam, ao saber-se do fatal desenlace do dia 11.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Durante os dias em que esteve doente, a populaçãodesta cidade assistiu consternada e triste a espetáculo nunca visto. Ao badalarincessante dos sinos de todas as igrejas, viam-se longos préstitos caminhandoao clarão de tocha e&nbsp;círios, e ao som&nbsp;plangente&nbsp;dos cânticos daliturgia católica. Eram as procissões de preces. Santos tirados de seus altaresiam em visita de umas para outras igrejas. Nestes dias de ansiedade, imagensque nunca foram vistas em préstitos religiosos, apareciam pela primeira vez.Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora do Carmo da Ordem Terceira, NossaSenhora do Bom Sucesso da Misericórdia, São José, São Francisco de Paula etantos outros recebiam do povo súplicas em pleno ar livre.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Em27 de novembro &nbsp;o Barão de Mareschal¹firmou um novo despacho a Viena no qual informava que “há três semanas SuaMajestade se encontra em um estado quase constante de sofrimentos […] nãooferece, porém, nenhum perigo”. Segundo um novo relatório médico do barão deInhomirim de 30 de novembro, o estado da imperatriz apresentava “novidadesmuito graves […] excitação cerebral e espasmos violentos, ansiedade, pulsofraco”. Nesse dia ela teve uma “excreção vaginal”. </p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Na noite de 1º para 2 de dezembro, “Sua Majestade se livrou de um feto de sexo masculino”. Na noite de 2 para 3 de dezembro, padeceu um novo espasmo, muito violento, segundo o boletim. No dia 4, pela manhã, de acordo com um novo despacho de Mareschal, “<em>Sua Majestade se confessou e recebeu o Santo Sacramento com a tranquilidade de espírito e a piedade que distinguem tão eminentemente sua augusta família</em>”. </p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Nanoite de 4 para 5 de dezembro, Leopoldina sofreu nada menos que “trezeevacuações biliosas”. Segundo a citada carta de Mareschal a Niepperg, a “febrebiliosa” teria sido “a causa, e não a consequência do aborto”. Essa febredegenerou no dia 6 em uma “febre nervosa”. </p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Segundoa Crônica geral, as criadas que conseguiam passar pelo filtro estabelecidoantes de chegar à cabeceira da imperatriz “só entravam ali quando levavam osfilhos para ver a mãe, de manhã e à tarde”. Na manhã de “8 ou 9”, segundo umnovo informe de Mareschal, depois de uma febre de doze horas, Leopoldina sedespediu de sua prole. De acordo com uma versão, que se apoia em um documentocuja autenticidade não é aceita por todos os historiadores, a imperatriz ditoudepois uma carta destinada a sua irmã Maria Luísa. De acordo com essa carta,Domitila não teria sido a única responsável pelo estado em que Leopoldina seencontrava. Embora se expressasse de forma um tanto sibilina, essaresponsabilidade parecia recair também em “meu adorado Pedro [que] ultimamenteacabou de me dar provas de seu total esquecimento a meu respeito,maltratando-me na presença daquela mesma que é causa de todas as minhasdesgraças”. &nbsp;Sendo verdadeira essa carta,seria preciso especificar também o que a imperatriz entendia por “maus tratos”.Nesse suposto documento (do qual só existe cópia), a imperatriz dizia que “noestado a que me reduzi [vejo-me] obrigada a me servir de intérprete, a marquesade Aguiar, de que bem conheces o zelo e o amor verdadeiro que tem por mim”, epedia a sua irmã “não vingança, mas piedade e socorro e fraternal afeto a meusfilhos inocentes […] que vão ficar órfãos em poder de si mesmos ou daspessoas que foram os autores de minha desgraça”. </p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Independentementede esse documento ser verdadeiro ou não, e das responsabilidades sobre aiminente morte de Leopoldina que dele derivariam, o certo é que em 10 dedezembro ela recebeu a extrema-unção pelas mãos do bispo do Rio, “apesar de jáestar muito perturbada, e não consentia que ele se afastasse dela um sóinstante”. &nbsp;E ao amanhecer do diaseguinte restavam-lhe pouquíssimas horas de vida. </p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Em uma carta enviada a Maria Graham, o barão de Mareschal escreveria que a doença da imperatriz havia sido “curta e dolorosa. Não a perdi de vista durante todo o seu decorrer. Ela perdeu a esperança desde o início; tendo em conta sua idade, sua constituição e a fatal complicação da gravidez, fez-se o possível para salvá-la". E, em um despacho que redigiria, diria que a imperatriz havia “terminado seus sofrimentos, sem esforço […] suas feições de modo algum haviam se alterado". No final, como escreveria Mareschal no despacho que anunciaria o falecimento, dona Leopoldina “parecia ter adormecido pacificamente, na posição mais natural”. </p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Morta a imperatriz, havia no ambiente do Rio deJaneiro um ar de tristeza e melancolia. Surgiam aqui e ali boatos sinistros.Dizia-se que a imperatriz havia sido envenenada. Uns esperavam com devoção osfunerais e as exéquias que deviam ser suntuosas. Os apreciadores da Oratóriasacra preparavam-se para ouvir o cônego Januário, frei Sampaio e Mont’Alverne.O Senado da Câmara ordenara luto rigoroso, três meses pesado e três aliviado.Ficaram suspensos os espetáculos.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>As costureiras não tinham mãos a medir. Osfabricantes de cera tiravam o ventre da miséria; muitos enriqueceram. Durantetrês dias consecutivos à morte da Imperatriz, foram ditas em todas as igrejas ecapelas missas pagas à razão de três patacas, pela mordomia da Casa Imperial.Todos, pois, nesta metade do citado mês de Dezembro concentraram a atenção nainfausta morte da princesa, falecida na flor da idade e deixando cinco órfãosprivados das carícias maternas.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Que a morte do Dona Maria Leopoldina foiconsiderada pública calamidade provam os jornais da época. Os escritores que seocuparam desta triste ocorrência são unânimes em por em evidência a espontâneaconsternação do povo e o respeito e simpatia, que a todas as classes sociaismerecem os despojos da imperatriz no longo trajeto entre o Paço da Boa Vistaaté à igreja do&nbsp;Convento da Ajuda (demolido). </p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Durante o dia 11, como era da pragmática, salvaramde dez em dez minutos os navios de guerra e as fortalezas. Os sinos de todos ostemplos da cidade não cessaram de dobrar a finados. Às 6 horas da tarde osmédicos ligaram (sic) o corpo da imperatriz. Vestido de grande gala foi ocadáver reposto no leito em que exalara o último suspiro, sobre uma riquíssimacolcha da China, cor de pérola, e encostado em duas almofadas de seda verde eouro.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>No dia 12, ao meio dia, teve lugar o beija-mão.Cumpriram este doloroso dever Dom Pedro, futuro imperador, e suas irmãs. Comvivas cores descreve o&nbsp;<em>Diário</em>&nbsp;as lágrimas e suspiros de&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_II_de_Portugal">Dona Maria daGlória</a>, ante tão lancinante catástrofe. </p><!– /wp:paragraph –><!– wp:image {"id":3114,"sizeSlug":"large"} –><figure class="wp-block-image size-large"><img src="http://carpediemturismo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/s_debret_funeral_leopoldina.jpg&quot; alt="" class="wp-image-3114"/><figcaption> Imagem: Monumento e cortejo fúnebre da Imperatriz Leopoldina no Rio de Janeiro, por Jean Baptiste Debret. </figcaption></figure><!– /wp:image –><!– wp:paragraph –><p>No dia 13, às 10 horas da noite, foi o corpo metidoem um caixão de cedro, forrado de lhama branca e por fora de veludo preto comgalão de ouro.Este caixão foi posto dentro de outro de chumbo e ambos em umterceiro forrado de seda branca e coberto de veludo com galões de ouro fino,tendo na parte superior uma cruz branca bordada a ouro. Dali foi o corpo levadopara a sala do&nbsp;dossel&nbsp;e colocado sobre riquíssima peça, ladeada porvinte e dois tocheiros de prata. Alonga-se o&nbsp;<em>Diário</em>&nbsp;nadescrição dos ornatos da câmara ardente, nas&nbsp;alcatifas&nbsp;de seda eouro, no altar e no&nbsp;sólio&nbsp;destinado ao bispo. </p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Ao amanhecer do dia 14, começou o clero secular eregular a celebrar missa em sete altares armados na varanda do Paço.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Às 10 horas da manhã, entrou o bispo Dom JoséCaetano da Silva Coutinho, que havia administrado à imperatriz os últimossacramentos. Começou o ofício de finados. Terminadas as matinas, o diocesanoacompanhado de todo o Cabido celebrou missa de pontifical. Tiveram inicio asabsolvições. Terminaram à uma hora da tarde.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Das três horas da tarde até às 7, concorreram aoPaço as sete freguesias da cidade, as três ordens religiosas e as colegiadas daMisericórdia e São Pedro.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Terminadas as cerimônias das encomendações, deu-seprincípio ao desfile do fúnebre préstito.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Pegaram no caixão até à porta do Palácio oitograndes do império, cujos nomes o&nbsp;<em>Diário</em>&nbsp;menciona. Às oito emeia punha-se em movimento a fúnebre procissão.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Seria longo enumerar os nomes dos personagens, quesegundo suas graduações tomaram, conforme a etiqueta, os competentes lugares.Ao grande coche, puxado por oito machos cobertosde&nbsp;gualdrapas&nbsp;pretas, seguia-se o coche de Estado, e atrás deste aImperial Guarda de Honra. Precediam estes dois veículos, dois outros coches: umlevava a coroa, e outro conduzia o cura da Capela Imperial.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Dividiu-se a tropa em quatro brigadas deinfantaria, uma de cavalaria e outra de artilharia.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>A primeira de infantaria era comandada pelobrigadeiro Lázaro José Gonçalves, a segunda pelo brigadeiro João da Costa BritoSanches, a terceira pelo coronel Francisco das Chagas Catete, a quarta pelocoronel Luiz de l’Hosti. Da brigada de cavalaria era comandante o coronel JoãoAgostinho Barbosa, e da de artilharia, o coronel Francisco de PaulaVasconcellos. Quanto à disposição da tropa, foi ela dividida de modo a seremdadas as salvas de 21 tiros, e as descargas, desde São Cristóvão ao PasseioPúblico.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>O imponente préstito seguiu do Paço da Boa Vistapela Rua de São Cristóvão, Mata Porcos, Catumbi, ruas do Conde, Lavradio,Mata-Cavalos (Riachuelo), das Mangueiras e do Passeio Público até a igreja doConvento da Ajuda.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Em todos esses lugares era imensa a multidão dopovo.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Às 11 horas da noite chegou o séquito à porta dotemplo d’Ajuda, ora em demolição. Esperava no&nbsp;adro&nbsp;a Irmandade daMisericórdia. Estava a igreja armada com a maior suntuosidade. Notavam-se trêspousos: o primeiro tinha um degrau e seis tocheiros, o segundo dois degraus edez tocheiros e o terceiro, três degraus e doze tocheiros. Na capela-mor estavapreparado o&nbsp;espaldar&nbsp;e dossel para o bispo e quadratura para oCabido. Retirado do carro o féretro pelos Grandes do Império, foi aquele levadopelos irmãos da Misericórdia até o 1º pouso, onde entoavam cânticos ossacerdotes da Colegiada da Santa Casa; pelo peso do caixão não pôde ser elelevado como de praxe aos dois outros pousos. Junto, pois, ao primeiroultimaram-se as cerimônias do ritual.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Findas as cerimônias religiosas, o Marquês da Palmadescobriu o caixão, dando o pano à Misericórdia. Em seguida, foi o féretroconduzido para o outro pouso junto à grade do coro eram, então, lavrados doistermos da entrega do cadáver, assignados pelos ministros, mordomo-mor, grandesdo Império, Corpo Diplomático e pela abadessa do Convento d’Ajuda.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Colocado o cadáver da imperatriz no sarcófago dejacarandá, que servira até 1821 para guardar os restos mortais da rainha DonaMaria Primeira, a 4ª brigada deu mais descargas, alternando com as salvas doparque de artilharia de posição.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>A estas se seguiram as salvas das fortalezas.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Era mais de meia noite, quando findaram todas essascerimônias. “Mas, diz o&nbsp;<em>Diário Fluminense</em>, o que não ousaremosjamais descrever é o sentimento profundo, que se desenhava nos rostos de todos,as sinceras lágrimas tributadas ao merecimento, quando finda a dependência equando a lisonja servil não abre a porta ao interesse. Este é o prêmio queresta na terra, à virtude, enquanto na eternidade goza tranquila de pazinalterável e de uma glória perenal”. </p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Dom Pedro I regressou do Sul e a 15 de Janeiro de 1827 chegava ao Rio de Janeiro. </p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>1 – O Barão de Mareschal era agente diplomático da Áustria no Rio de Janeiro.</p><!– /wp:paragraph –><!– wp:paragraph –><p>Fontes: CASSOTTI, Marsilio. A Biografia Íntima de Leopoldina, Ed. Planeta e Jornal o <em>Diário Fluminense</em> de 1826.</p><!– /wp:paragraph –> See MoreSee Less
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#TogetherInTravelO segmento do Turismo representa no Brasil 8% do PIB nacional. É pouco para o potencial que o país possui. Ainda estamos engatinhando e nos profissionalizando no seguimento do Turismo. Sem dúvida nenhuma este setor foi um dos mais afetados pela pandemia este ano. Nos resta sonhar com novos destinos quando tudo isto passar. Fique bem. Cuide-se!https://youtu.be/SOHpBcvayuk See MoreSee Less
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BAIRROS DO RIO – RIACHUELOSurgiu nas terras da antiga fazenda do Engenho Novo, desmembrada em chácaras e, depois, ocupadas por loteamentos. A Estação Ferroviária é de 1869, chamava-se Riachuelo do Rio em homenagem a uma batalha naval. Hoje é conhecida apenas como Estação Riachuelo.No início do século XX, no Clube Riachuelense, ocorriam bons espetáculos teatrais, realizados por Eduardo Magalhães.Na Rua Marechal Bittencourt, localiza-se o Riachuelo Tênis Clube, campeão carioca de basquetebol masculino em 1937, 1940 e 1941.É sede ainda da Faculdade CCAA, localizada ao lado do parque gráfico do Grupo CCAA e também do gigantesco edifício do SENAC.Instagram: https://www.instagram.com/carpe_diem_turismoWeb site: www.carpediemturismo.com.br E-mail: contato@carpediemturismo.com.br#carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj@carpe_diem_turismo, @atalves See MoreSee Less
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BAIRROS DO RIO – RECREIO DOS BANDEIRANTESAs terras pertenciam ao Banco de Crédito Móvel, que as loteou em duas glebas. Joseph Weslley Finch comprou, nos anos 20, umas delas e costumava promover visitas de fim de semana para interessados na compra de seus lotes. Muitos paulistas adquiriram terrenos à beira-mar e construíram casas de veraneio. Por isso, a gleba de Finch passou a ser conhecida como Recreio dos Bandeirantes, e foi registrada como Jardim Recreio dos Bandeirantes. Mais tarde, todo o bairro passou a ter o mesmo nome.A formação do Recreio se daria a 11 de fevereiro de 1953 com o lançamento do Projeto de Urbanização do Recreio dos Bandeirantes (PA 6028), de autoria do engenheiro e urbanista José Otacílio Saboya Ribeiro, num projeto urbano que prevê a integração ambiental e comunitária, inspirado nos ideais anglo-americanos da Cidade Jardim, conciliando a topografia local a um traçado reticular segmentado com diversas praças e parques de floresta nativa.Entre os anos de 1958-59 a Companhia Recreio dos Bandeirantes foi responsável pela implementação do projeto e venda dos lotes recém-desmembrados que compunham a chamada Gleba B. O senador potiguar Georgino Avelino, então presidente do Banco do Distrito Federal, esteve entre os que acreditavam na expansão da cidade em direção ao Sudoeste, pressionando pela urbanização da área e sua venda aberta à sociedade, contratando o então jovem corretor de imóveis Sergio Castro, que promoveu a venda em lançamento da Gleba B, desde um barracão localizado junto à Pedra do Pontal, que posteriormente, ao fim do lançamento, foi vendido por Sergio Castro a um famoso restaurante.Praias:Praia do Secreto – Praia do Recreio – Praia do Pontal – Praia da Macumba – PrainhaAtrações do bairro: Recreio Shopping – Américas Shopping – Parque Natural Municipal Marapendi – Parque Natural Municipal Chico Mendes – Capela das Aparições de N. Sra.de Fátima (réplica) ou Santuário de N. Sra. de Fátima See MoreSee Less
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BAIRROS DO RIO – RAMOSDona Leonor Mascarenhas de Oliveira deixou, em meados do século XIX, treze lotes da Fazenda de Nossa Senhora de Bonsucesso da sesmaria de Inhaúma para serem divididos entre parentes e amigos. João Torquato de Oliveira herdou a casa e a fazenda-sede, região dos atuais núcleos de Bonsucesso e Ramos. Em 1870, sua viúva, Francisca Hayden, vendeu ao Capitão Luiz José Fonseca Ramos terras que abrangiam o Sítio dos Bambus, onde Ramos começou a prosperar. O bairro surgiu por obra dos descendentes do Capitão Ramos, quando os trilhos da Estrada de Ferro do Norte (Leopoldina) chegaram à área, onde foi construída a Parada de Ramos.Foi uma região de antigos engenhos de açúcar, chácaras e olarias que remontam ao século XVIII, no século XIX também viveu o surto do café.Em 1868, com a inauguração da Estrada de Ferro Leopoldina, o capitão José Fonseca Ramos exigiu a construção de uma estação de trem em sua fazenda, uma vez que a ferrovia cruzava as suas terras. Essa iniciativa, que pretendia dar maior comodidade à sua família e agregados, fez nascer um dos mais tradicionais bairros do Rio de Janeiro.A região ganhou um grande desenvolvimento quando foi urbanizada pelo engenheiro Joaquim Vieira Ferreira Sobrinho, que, por volta de 1910, fundou a Vila Gérson e a escola Gérson. Até hoje, vários logradouros ainda tem o nome dos parentes deste engenheiro, como a Rua Miguel Vieira Ferreira (seu pai), Rua Gerson Ferreira (seu filho) e a Rua Ruth Ferreira (sua esposa).O Cine Rosário, construído com 1442 lugares em 1938.Já no século XX, Ramos foi um dos redutos da elite da chamada Zona da Leopoldina. O Social Ramos Clube era frequentado por moradores ilustres e os convites para os seus salões eram disputados. Em 1938, o Cine Rosário era um dos maiores do Rio de Janeiro com seu projeto arquitetônico art decó.Entre as agremiações carnavalescas do bairro, destaca-se a escola de samba Imperatriz, oito vezes campeã no carnaval carioca. O Grêmio Recreativo Cacique de Ramos, fundado em 1961, tem sede em Olaria. Ramos sempre se posicionou com enorme relevância no samba do Rio de Janeiro.Bloco Cacique de Ramos, Carnaval do Rio de Janeiro, 1966Grandes nomes da música brasileira ligam-se ao bairro como os dos compositores Pixinguinha, Villa-Lobos e, mais recentemente, Zeca Pagodinho e Almir Guineto.Pixinguinha compôs o Hino de Ramos em 1965, para os festejos de 80 anos do bairro.Destaque para o piscinão de Ramos inaugurado em 15 de dezembro de 2001. See MoreSee Less
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BAIRROS DO RIO – RICARDO DE ALBUQUERQUESuas terras pertenciam ao engenho N. Sra. De Nazaré, dos herdeiros do capitão Bento de Oliveira Braga.Do lado leste da Estrada de Ferro Dom Pedro II (depois Central do Brasil), uma parte do engenho de Nazaré ficaria com o fazendeiro Luiz Costa, loteador da região. Ali, o “Lar Brasileiro” fundaria, em 1935, o loteamento “Vila N. Sra. de Pompéia” – aprovado na gestão do prefeito Pedro Ernesto -, onde vários logradouros foram abertos e reconhecidos posteriormente, em terrenos da Cia Suburbana de Terrenos e Construções S.A. A Igreja Nossa Senhora da Conceição de Pompéia (foto), construída na região, teria como seu primeiro vigário o padre Aldolino Gesser.O bairro possui uma estação ferroviária inaugurada no dia 1º de julho de 1913 em homenagem ao poeta e diretor da ferrovia Coronel José Ricardo de Albuquerque. Na década de 1950 saía desta estação um ramal de uso militar que seguia para base militar no campo de Gericinó e cujo leito acompanhava a estrada do Engenho Novo e dividia um morro em dois, fazendo no meio um corte chamado de “Rasgão”, atualmente extinto e desaparecido.Na avenida Marechal Alencastro encontra-se o cemitério de Ricardo de Albuquerque, que faz limite com a extensa área militar do campo de Gericinó. Neste cemitério foi inaugurado em 11 de novembro de 2011 o "Memorial aos Mortos e Desaparecidos Políticos" (foto abaixo) pois descoberta ali, através do "Grupo Tortura Nunca Mais", uma vala clandestina onde foram enterrados pelo menos 14 militantes políticos. Entre 1971 e 1974 devido a repressão, foram sepultados como indigentes e sem identidade. À leste da ferrovia, no início do século XX, as terras pertenciam a Dona Joana Fontoura, que vendeu lotes próximos a estrada do Camboatá. O coronel Carneiro da Fontoura dela compraria um lote para a sua chácara, para os lados da estrada Dona Joana (atual rua Fernando Lobo) e estrada do Alcobaça (atual rua Alcobaça).O bairro faz divisa com Realengo à oeste; Anchieta e Parque Anchieta ao norte; Guadalupe ao leste; e Deodoro e Vila Militar ao sul.Antigamente existiam fazendas nesta localidade, a maior delas sendo conhecida pelo nome de "Sapopemba". O trem àquela época já circulava e fazia paradas nessa região. Por causa dessa fazenda, o nome da estação – e do bairro por extensão – era Parada Sapopemba.http://www.torturanuncamais-rj.org.br/jornal/gtnm_78/projeto_memoria.htmlInstagram: https://www.instagram.com/carpe_diem_turismoWeb site: www.carpediemturismo.com.br E-mail: contato@carpediemturismo.com.br#carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj@carpe_diem_turismo, @atalves See MoreSee Less
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BAIRROS DO RIO – ROCINHASitiantes adquiriram a antiga Fazenda Quebra-cangalha, produtora de café pertencente a imigrantes portugueses e espanhóis. Estes sitiantes passaram a ocupar as terras da antiga fazenda por volta de 1930. Elas foram divididas em pequenas chácaras em que cultivavam hortaliças vendidas na feira do Largo das Três Vendas (atual Praça Santos Dumont, na Gávea). Os comerciantes diziam para os fregueses que seus produtos vinham de suas “rocinhas” no Alto da Gávea e, a partir daí, o nome Rocinha se popularizou.A região passou a ser considerada um bairro e foi delimitada pela Lei Nº 1 995 de 18 de junho de 1993, com alterações nos limites dos bairros da Gávea, Vidigal e São Conrado.Em 2010, o bairro ganhou uma passarela de pedestres, a Passarela da Rocinha, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e que liga a favela ao complexo esportivo, situado no outro lado da autoestrada Lagoa-BarraFonte: WikipediaInstagram: https://www.instagram.com/carpe_diem_turismoWeb site: www.carpediemturismo.com.br E-mail: contato@carpediemturismo.com.br#carpediemturismo, #carpediem, #riodejaneiro, #amorio, #soucarioca, #passeiospelorio, #toursnorio, #errejota, #rj@carpe_diem_turismo, @atalves See MoreSee Less
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